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Greve

10 de Julho de 2009 às 13:05
Deputados solidários com grevistas da Polícia Civil. Para eles, baixos salários e falta de estrutura aumentam os crimes.

Os deputados Mauro Rubem (PT) e Cláudio Meireles (PR) subiram à tribuna, na Assembleia Legislativa, durante a sessão extraordinária desta sexta-feira, 10, para reivindicar uma solução para a greve dos policiais civis. Os parlamentares manifestaram apoio aos grevistas, que estão presentes nas galerias do Parlamento goiano.

“A Assembleia Legislativa não pode entrar em recesso, sem achar uma solução para a reivindicação dos policiais civis”, ressaltou Mauro Rubem. O parlamentar solicitou junto ao Líder do Governo na Casa, deputado Evandro Magal (PSDB), uma audiência dos grevistas com o Governo estadual e afirmou que caso não consigam a reunião, “irão conversar com o Governador nas ruas, onde ele estiver”.

O deputado Cláudio Meireles subiu à tribuna e também manifestou apoio à categoria. “Não podemos aceitar essa situação. Há necessidade de ajudarmos a Polícia Civil e encontrarmos uma solução para que o Governador seja sensível a esses pedidos”, destacou.

Cláudio Meireles ainda ressaltou o aumento da criminalidade no Estado e a necessidade de reaparelhar a Polícia Civil, além de valorizar os servidores da Segurança Pública, dando a eles melhores condições de trabalho.

Ainda durante a sessão, a deputada Betinha Tejota (PSB) se dirigiu aos grevistas, se solidarizando com a causa e ressaltando a possibilidade de intermédio do Governo estadual com os grevistas.

Os policiais civis do Estado de Goiás, em greve há 16 dias, estão presentes na Assembleia Legislativa, neste momento, onde protestam, reivindicando a data-base e o resíduo salarial prometido pelo atual governador Alcides Rodrigues (PP).

Na última quarta-feira, 8, os grevistas fizeram uma manifestação na entrada da Assembleia. Na oportunidade, o deputado Daniel Goulart (PSDB) usou a tribuna para ressaltar a importância da Polícia Técnico-científica do Estado. O parlamentar diz reconhecer que a greve da Polícia Civil é justa, não só por conta dos salários baixos, mas também pelo número de profissionais, considerado pequeno por ele, para as necessidades do Estado.

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