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Mara Naves lembra que 24 de agosto é Dia da Infância

24 de Agosto de 2009 às 09:48

Presidente da Comissão da Criança e do Adolescente da Assembleia Legislativa, a deputada Mara Naves (PMDB) lembra que hoje, 24 de agosto, é o Dia da Infância. “Temos nos dedicado muito em realizar um trabalho que efetivamente venha contribuir para que as crianças possam desfrutar de uma infância saudável, um lar, uma família, uma educação de qualidade e, ainda, de poder sonhar com um futuro melhor”, ressaltou a parlamentar peemedebista.


Mara Naves reconhece o avanço na luta em defesa dos direitos da criança com a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em 1990, no Brasil. “O ECA é a legitimação da maturidade social, que trouxe para a população a importância de se respeitar e garantir o pleno desenvolvimento infanto-juvenil. Entretanto, ainda temos muito a fazer, até porque as crianças são especialmente vulneráveis às violações dos direitos, à pobreza e à iniquidade no País”, salientou a deputada.


Ela lembra, com dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que o índice de pobreza infantil é de 44% no Brasil, passando a 78% entre as crianças negras. Mais de 70% das crianças pobres nunca foram à escola durante a primeira infância. Há 800 mil crianças de 7 a 14 anos fora da escola. De cada 100 alunos que entram no ensino fundamental, apenas 59 terminam a 8ª série e, destes, somente 40 concluem o ensino médio. A evasão escolar e a falta às aulas ocorrem por diferentes razões, incluindo violência e gravidez na adolescência.


A deputada frisa ainda que milhares de crianças perdem suas vidas anualmente por causa da miséria, dos conflitos armados, das doenças, do abuso e da exploração sexual, e que muitas delas nem ao menos sabem que têm direito a alguma coisa. Hoje, em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, a população infanto-juvenil pode chegar a quase metade da população total. “Portanto, que o dia 24 de agosto possa servir para refletirmos sobre as condições de vida das crianças em todo o mundo e, assim, quem sabe, somamos esforços no combate às injustiças que se praticam contra crianças e adolescentes”, concluiu Mara Naves.

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