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Proposta da Eletrobrás para Celg gera opiniões divergentes entre deputados

24 de Setembro de 2009 às 13:03

Deputados estaduais divergem de opiniões a respeito de proposta da Eletrobrás para a Celg. A estatal federal quer assumir 41% das contas das ações da companhia e metade das cadeiras da gestão.

Para o deputado Daniel Goulart (PSDB), a gestão precisa ser proporcional ao valor das ações. "Não concordo que a Eletrobrás assuma metade da gestão. Isso deveria ser proporcional, são 41% das ações, para 41% das cadeiras", avaliou Goulart.

Já o deputado Luís Cesar Bueno (PT) avaliou positivamente a proposta. "A Celg é uma companhia de capital aberto e está submetida às regras de mercado. Essa proposta possibilitará viabilizá-la como instituição pública, além de ser uma forma de protegê-la de interesses políticos", afirmou.  

Em contrapartida, ambos apóiam a postura adotada pelo governador Alcides Rodrigues de submeter a proposta a segmentos organizados da sociedade antes de tomar uma decisão. 

"Concordo com a postura do governador, precisamos ter muita cautela nesse momento. Já perdemos muitas instituições que fomentavam nossa economia: Caixego, BEG (Banco do Estado de Goiás). A Celg é a maior empresa do Estado, representa 10% de seu ICMS, participa do fomento regional e cumpre com responsabilidade socioambiental", ponderou Goulart.

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