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UEG precisa melhorar qualidade de ensino e de profissionais, afirmam deputados

25 de Setembro de 2009 às 11:48

Para deputados, a Universidade Estadual de Goiás (UEG) precisa de reforma urgente em seu quadro de profissionais. Os alunos dos cursos de Fisioterapia e Educação Física da instituição realizaram um protesto ontem, 24, no Setor Universitário, onde queimaram pneus e colocaram faixas na Avenida Anhanguera.

O objetivo foi chamar a atenção do Governo do Estado para a necessidade da realização de concurso público para professor e servidor administrativo. "Não concordo com manifestações desse tipo, mas acredito, indiscutivelmente, que a UEG precisa reformar seu quadro de profissionais", comentou Tiãozinho Costa (PT do B), suplente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte da Assembleia.

Na quarta-feira, 23, Mauro Rubem (PT), titular dessa mesma Comissão, esteve na cidade de Ipameri onde participou de uma caminhada. A movimentação contou com a presença do Movimento Estudantil da UEG, do Diretório Acadêmico Fernando Figueira, do Centro Acadêmico de Agronomia Caio Capim, do Centro Acadêmico de Engenharia Florestal UEG e de lideranças do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sintego) do município.

A ação, que tomou as ruas de Ipameri, denunciou o descaso por parte do Governo do Estado para com a Universidade. “Se não melhorar a qualidade de ensino e for mais autônoma e democrática, a UEG corre sério perigo, podendo perder o título de universidade e ter que fechar algumas unidades até 2011”, disse Mauro Rubem.

Além da realização imediata de concurso público para professores e técnico-administrativos, a instituição também levanta outras reivindicações: maior aporte financeiro do Estado, não extinguir as coordenações adjuntas de pesquisa, extensão, estágio e laboratório, ampliação do número de bolsas de iniciação científica e melhoria nas condições de trabalho.

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