Pela Celg
A Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor, presidida pelo deputado José Nelto (PMDB), promove na terça-feira, 13, a partir das 9 horas da manhã, no auditório Solon Amaral, uma audiência pública para discutir a possível venda de ações da Celg. Pela proposta do Governo federal, a Celg repassaria à Eletrobrás as quatro diretorias, a vice-presidência executiva na estatal e 41,08% das ações em troca de R$ 40 milhões, além de um financiamento de R$ 3,177 bilhões para quitar o atual passivo de R$ 2,1 bilhões da Celg.
Segundo o deputado José Nelto (PMDB), foram convidados para a audiência pública um representante do Ministério de Minas e Energia; um representante da Eletrobras; um representante do BNDES; um representante da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga (PP); e o presidente da Celg, Carlos Silva (PP).
Para Nelto, é preciso proteger o patrimônio da estatal. "A proposta que a Eletrobrás fez é indecente. Não podemos aceitá-la! Temos de fazer a Celg voltar a ser o que era", disse. O peemedebista criticou o fato de vários ex-governadores terem tratado a empresa como moeda de troca política. "Há contratos inescrupulosos que contribuíram para deixar a empresa na situação em que está", afirmou.
Segundo o deputado José Nelto (PMDB), foram convidados para a audiência pública um representante do Ministério de Minas e Energia; um representante da Eletrobras; um representante do BNDES; um representante da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga (PP); e o presidente da Celg, Carlos Silva (PP).
Para Nelto, é preciso proteger o patrimônio da estatal. "A proposta que a Eletrobrás fez é indecente. Não podemos aceitá-la! Temos de fazer a Celg voltar a ser o que era", disse. O peemedebista criticou o fato de vários ex-governadores terem tratado a empresa como moeda de troca política. "Há contratos inescrupulosos que contribuíram para deixar a empresa na situação em que está", afirmou.
"Muitos blecautes atuais são provocados pelo fato de a Celg não ter mais capital para investir em modernização e nem nas subestações", diz José Nelto. "Em vez de investir em melhorias, a Celg foi usada para financiar jornais, lutadores de boxe e até pilotos de Fórmula Indy quando, na verdade, a empresa só deveria fazer propaganda institucional", criticou.