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Deputado avalia importância de recriação da Metago

14 de Outubro de 2009 às 10:24

Ex-presidente da companhia Metais de Goiás (Metago), o deputado Romilton Moraes (PMDB) avalia como de suma importância a recriação daquele órgão. “A extinção da Metago foi um equívoco, porque ela gerenciava esse patrimônio, tanto real quanto potencial dos goianos, com vistas a ter um banco de dados atualizado, que possa ser vendido a investidores, atrair empresas, e, também, intensificar pesquisas”, frisou o parlamentar.

Segundo o peemedebista, nenhuma comunidade em desenvolvimento, um Estado ou mesmo um País pode deixar de investir em pesquisa. Ele lembra que a Metago era um órgão, sobretudo, de pesquisa. "Ela fazia a pesquisa mineral do Estado. Tínhamos um dos melhores centros de tecnologia mineral da América Latina. Vendíamos serviços para o eixo Rio-São Paulo. Isso foi desativado e aqueles royalties, especialmente do amianto de Minaçu, recolhido pela SAMA,  recursos que a estatal usava para custear suas despesas, hoje foram para o caixa 1 do Estado."

Romilton Moraes lamenta o fato de que tudo isso não tenha sido um aprendizado em proveito da sociedade goiana. “Enquanto existia a Metago, você tinha associações com grandes empresas, viabilizando grandes jazidas, propagandeando para o mundo todo o potencial mineral goiano, que é muito grande”, enfatizou o deputado, que é segundo vice-presidente da Assembleia Legislativa.

Romilton também lamenta a extinção da Emater, ao qual ele classifica de equívoco, que, felizmente, foi reparado. “Felizmente, o governo reparou esse equívoco. Recriou a Emater, que tem uma função muito grande no Estado, sobretudo vocacionada para o agronegócio”, concluiu.

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