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Geração de empregos, uma das prioridades do PSDB

20 de Outubro de 2009 às 10:30
Artigo do deputado Iso Moreira (PSDB) publicado no jornal Diário da Manhã, edição de 20.10.2009.

* Iso Moreira é empresário rural e urbano e deputado estadual pelo PSDB



Mais uma vez, o PSDB goiano dá demonstrações de prestígio popular ao promover, em Goiânia, no fim-de-semana, um encontro que reuniu mais de duas mil pessoas, durante o Seminário Emprego e Inclusão Social. Na platéia, as principais lideranças nacionais como José Serra, Aécio Neves, Geraldo Alkmin e também o principal nome da política goiana, o senador Marconi Perillo.

Da região nordeste do Estado, lideramos a caravana de tucanos, todos comprometidos com a sacudida que o PSDB está promovendo, visando as eleições de 2010. Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, primeiras damas, ex-prefeitos, presidente e membros de diretórios municipais vieram a Goiânia para afinar o discurso e definir as principais bandeiras do partido.

Oportuna a intervenção do economista Giuseppe Vecci, ex-secretário da Fazenda na gestão Marconi Perillo, de que Goiás terá que ter como meta, a partir de janeiro de 2011, a geração de 70 mil empregos por ano. Ele lembrou que durante os sete anos dos governos de Marconi, foram gerados 482 mil empregos em Goiás, o que demonstra que, efetivamente, a política de atração de empresas foi correta e deu resultados expressivos. É preciso fazer mais e o PSDB abre esse debate, a partir de agora.

Em seu discurso, o senador Marconi Perillo defendeu que a necessidade de o PSDB levantar a bandeira da educação nos debates e discussões com a sociedade goiana. Ao lado da educação, lembra o ex-governador, é preciso ampliar a política de inclusão social, capacitação profissional e outras medidas que resgatem os compromissos com a cidadania.

O Brasil tem hoje 160 milhões de habitantes. Deste universo, cerca de 78 milhões estão economicamente ativos e 16 milhões estão sub-empregados. Este índice chega a 45 milhões considerando os que trabalham no mercado informal ou como autônomos. Os outros 7,23 milhões são brasileiros desempregados. Por outro lado, o modelo educacional está sofrendo uma transformação sistemática e o resultado será perceptível a médio e longo prazos representando um fator crucial ao desenvolvimento e constituindo o principal instrumento para promover o acesso ao mercado de trabalho.

Uma recente pesquisa realizada pelo IBGE mostrou que, independente da carteira assinada, os benefícios trabalhistas são estendidos aos empregados sem carteira assinada. Nos dados levantados, 83% dos trabalhadores formais e 79% dos informais recebem salários mensalmente, sendo que 19,71% dos empregados formais e 11,18% dos informais recebem no prazo máximo permitido. É evidente que não é a legislação ou os sindicatos que garantem os benefícios aos trabalhadores, e sim, o respeito ao acordado entre trabalhadores e empresários. Cada trabalhador custa hoje seu salário mais 100% em encargos. Essa constatação induz a uma questão: se o objetivo é a geração de empregos, quantas pessoas a mais poderiam estar empregadas com o fim dos encargos trabalhistas? Ou, em quanto poderia ser ampliada a remuneração dos trabalhadores com o fim destes encargos?

É necessário incrementar ações governamentais que articulem programas em áreas como educação, saúde, microcrédito, geração de emprego e treinamento profissional. É preciso incentivar o emprego, naturalmente com estrita observância às leis trabalhistas e previdenciárias.

O PSDB, tanto no governo FHC no Brasil quanto no de Marconi Perillo em Goiás, deram exemplos extraordinários ao definir políticas públicas de geração de empregos e de inclusão social. O brasileiro colheu frutos naqueles períodos, onde melhorou a qualidade de vida das pessoas. Temos que retomar esse período onde os índices sociais e econômicos produziram efeitos positivos para toda a sociedade.

Goiás precisa consolidar uma política de geração de emprego e renda, atraindo mais indústrias, promovendo, efetivamente, ações que permitam a todos os segmentos da sociedade oportunidades de trabalho. E o PSDB decidiu levar esse debate aos 246 municípios e a toda a sociedade organizada. Não podemos perder tempo.




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