A regularização fundiária em Goiás
* Cilene Guimarães é deputada estadual pelo PR
Milhares de famílias goianas, que há vários anos aguardam a escritura definitiva de seus imóveis, vivem a expectativa da realização desse sonho, um direito de cidadania negado por muito tempo. Acompanho o drama dessas pessoas desde o meu primeiro mandato parlamentar, em 1989, ainda vereadora em Jataí. Muitos morreram sem ter em mãos o documento que dá garantia constitucional de moradia, transferindo aos seus parentes a esperança de um dia entrar e sair de seus imóveis com o título de propriedade.
Nesta quinta-feira funcionários da Agência Goiana de Habitação(Agehab), auxiliados por servidores da Prefeitura e da Câmara Municipal de Jataí, começam a fazer o cadastramento de três mil e oitocentos e noventa e sete famílias, para a emissão da escritura pública. São moradores de dez bairros, alguns há a mais de vinte anos esperando pela legalização de seus imóveis, emperrada na burocracia dos gabinetes do poder público. Trinta e três delas vão receber o documento ainda hoje. A Agehab espera concluir o processo de regularização fundiária da cidade até março do próximo ano, quando serão entregues todas as escrituras.
Para essas famílias, de origem pobre e humilde, é a concretização de um desejo alimentado ao longo de vários anos, vividos sob a insegurança do futuro. Uma casa para quem já tem não parece tão importante, mas para um assalariado é o principal bem adquirido ao longo da vida, muito mais no sentido de ter segurança do que um valor financeiro, um valor patrimonial. É o mínimo e necessário que um pai e uma mãe precisam para tocarem suas vidas e de suas famílias.
A regularização fundiária em Goiás, principalmente urbana, é uma questão de cidadania para milhares de famílias. E o poder público precisa priorizar e sanar esse problema crônico, que tanto aflige e causa insegurança ao homem da cidade. A casa própria é a base de sustentação, é o primeiro passo para a estabilidade familiar. Só a legalização definitiva de uma moradia dá a certeza de que, ao sair do trabalho, ao retornar para casa, ela estará lá, para acolher a família, os filhos, os amigos.
Milhares de famílias goianas, que há vários anos aguardam a escritura definitiva de seus imóveis, vivem a expectativa da realização desse sonho, um direito de cidadania negado por muito tempo. Acompanho o drama dessas pessoas desde o meu primeiro mandato parlamentar, em 1989, ainda vereadora em Jataí. Muitos morreram sem ter em mãos o documento que dá garantia constitucional de moradia, transferindo aos seus parentes a esperança de um dia entrar e sair de seus imóveis com o título de propriedade.
Nesta quinta-feira funcionários da Agência Goiana de Habitação(Agehab), auxiliados por servidores da Prefeitura e da Câmara Municipal de Jataí, começam a fazer o cadastramento de três mil e oitocentos e noventa e sete famílias, para a emissão da escritura pública. São moradores de dez bairros, alguns há a mais de vinte anos esperando pela legalização de seus imóveis, emperrada na burocracia dos gabinetes do poder público. Trinta e três delas vão receber o documento ainda hoje. A Agehab espera concluir o processo de regularização fundiária da cidade até março do próximo ano, quando serão entregues todas as escrituras.
Para essas famílias, de origem pobre e humilde, é a concretização de um desejo alimentado ao longo de vários anos, vividos sob a insegurança do futuro. Uma casa para quem já tem não parece tão importante, mas para um assalariado é o principal bem adquirido ao longo da vida, muito mais no sentido de ter segurança do que um valor financeiro, um valor patrimonial. É o mínimo e necessário que um pai e uma mãe precisam para tocarem suas vidas e de suas famílias.
A regularização fundiária em Goiás, principalmente urbana, é uma questão de cidadania para milhares de famílias. E o poder público precisa priorizar e sanar esse problema crônico, que tanto aflige e causa insegurança ao homem da cidade. A casa própria é a base de sustentação, é o primeiro passo para a estabilidade familiar. Só a legalização definitiva de uma moradia dá a certeza de que, ao sair do trabalho, ao retornar para casa, ela estará lá, para acolher a família, os filhos, os amigos.