Petista critica projeto que suspende exigência de pós-graduação para professores
O Projeto de Lei 220/2010 está em tramitação no Senado e propõe a liberação da exigência de pós-graduação para professores do ensino superior, alterando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
O projeto foi proposto pela Comissão de Serviços de Infraestrutura, no Senado, e tem como relator o senador paranaense Álvaro Dias (PSDB). Dias disse que a proposta visa diminuir o déficit de professores em faculdades e universidades, o que tem levantado polêmica entre profissionais da área acadêmica.
A votação estava agendada para o dia 12, mas foi adiada para agosto a pedido da Sociedade Brasileira de Física (SBF), que enviou uma carta à presidência do Senado sugerindo que a votação fosse adiada para que houvesse mais debate com a sociedade.
O deputado Mauro Rubem (PT) diz que o projeto não pode ser levado adiante. Para ele, o povo brasileiro não deve aceitar esse projeto, pois é necessário melhorar a qualidade de ensino e não diminuir a qualificação dos professores. "Dessa maneira, o Brasil se insere na economia mundial de maneira tímida e agachada. É preciso formar profissionais que tenham competitividade científica."
O ministro da Educação, Fernando Haddad, já declarou à imprensa que não apoia essa proposta e disse acreditar que o projeto será vetado pela presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo Haddad, as Entidades Representativas do Ensino Superior também são contrárias a essa iniciativa.
O ministro afirmou que o Governo Federal está investindo na formação e capacitação dos professores e esse é o caminho para democratizar a educação no Brasil. Os benefícios estão sendo implantados através do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do programa Ciência Sem Fronteira, que oferece bolsas de estudos para cursos no exterior.
O projeto foi proposto pela Comissão de Serviços de Infraestrutura, no Senado, e tem como relator o senador paranaense Álvaro Dias (PSDB). Dias disse que a proposta visa diminuir o déficit de professores em faculdades e universidades, o que tem levantado polêmica entre profissionais da área acadêmica.
A votação estava agendada para o dia 12, mas foi adiada para agosto a pedido da Sociedade Brasileira de Física (SBF), que enviou uma carta à presidência do Senado sugerindo que a votação fosse adiada para que houvesse mais debate com a sociedade.
O deputado Mauro Rubem (PT) diz que o projeto não pode ser levado adiante. Para ele, o povo brasileiro não deve aceitar esse projeto, pois é necessário melhorar a qualidade de ensino e não diminuir a qualificação dos professores. "Dessa maneira, o Brasil se insere na economia mundial de maneira tímida e agachada. É preciso formar profissionais que tenham competitividade científica."
O ministro da Educação, Fernando Haddad, já declarou à imprensa que não apoia essa proposta e disse acreditar que o projeto será vetado pela presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo Haddad, as Entidades Representativas do Ensino Superior também são contrárias a essa iniciativa.
O ministro afirmou que o Governo Federal está investindo na formação e capacitação dos professores e esse é o caminho para democratizar a educação no Brasil. Os benefícios estão sendo implantados através do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do programa Ciência Sem Fronteira, que oferece bolsas de estudos para cursos no exterior.