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Parlamentares

17 de Agosto de 2011 às 16:38
A sessão ordinária desta quarta-feira, 17, foi marcada por pronunciamento dos deputados estaduais, no Pequeno Expediente.

Nesta quarta-feira, 17, os deputados se concentraram em pronunciamentos no Pequeno Expediente da sessão ordinária. Não houve apreciação da pauta prévia para esta tarde, da qual constavam nove projetos de autoria parlamentar. Conheça os assuntos abordados pelos parlamentares que fizeram uso da palavra:

Helio de Sousa (DEM)

De acordo com o parlamentar, a questão da piscicultura precisa ser melhor cuidada em Goiás e, para isso, houve, inclusive, uma audiência pública recentemente. "Goiás é o berço das águas do Brasil, temos muito ainda para desenvolver, portanto, há muito ainda a ser feito", afirmou.

Segundo o parlamentar do DEM, criar peixe não depende de grandes mananciais. "Pequenas propriedades também podem ajudar a desenvolver o Estado nesta área. Algo precisa ser feito. Por isso, proponho uma diminuição da pauta do ICMS em cima dos peixes e derivados", concluiu.

Talles Barreto (PTB)

O deputado criticou as irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) na licitação do Parque Mutirama, em Goiânia.

Segundo o petebista, o PT goiano deveria elogiar menos o Governo Federal e prestar mais atenção ao Governo Municipal, também administrado pelo Partido dos Trabalhadores.

Sônia Chaves (PSDB)

A parlamentar afirmou que é preciso reconhecer os avanços que a Lei Maria da Penha proporcionou ao Brasil. "A violência aumentou, mas, agora, pelo menos os culpados são punidos", afirmou.

"Somente de janeiro a julho de 2011, houve vários homicídios dolosos, denúncias de cárcere privado, extorsão, sequestro, roubo, latrocínio, estupro, tanto em Goiânia quanto no interior", afirmou.

Sônia aproveitou também o espaço para criticar um outdoor patrocinado pela Polícia Civil, na entrada de Águas Lindas, apontando que o município é um dos mais violentos do mundo. "Repudio esse tipo de outdoor, isso só afasta empresas e investimentos", concluiu.

Luis Cesar Bueno (PT)

Luis Cesar Bueno disse que é preciso repercutir o encaminhamento que o Governo Federal tem dado ao ensino médio e superior. "São 250 mil novas vagas que serão criadas pelo Governo Dilma, inclusive com novas unidades em várias cidades do interior goiano, incluindo, aí, mais vagas para o IFG, com cursos técnicos de alta qualidade", afirmou.

Luis Cesar elogiou os novos campi da UFG em Aparecida de Goiânia e Cidade Ocidental. "Assim como o Brasil superou outras crises, vamos superar de novo, por meio da Educação, que é a chave para o sucesso", finalizou.

Misael Oliveira (PDT)

Conforme afirmou o parlamentar, a decisão do Coíndice, ontem, foi acertada porque um requerimento que apontava irregularidades em dezembro de 2010 foi acolhido. "As irregularidades são, enfim, corrigidas. Os municípios que estavam levando maior vantagem eram, entre outros, Jataí, Rio Verde e Itumbiara, e, agora, isso está sendo corrigido", afirmou.

Segundo o pedetista, foi preciso entrar na Justiça, pedir auditorias para, enfim, o relatório final da auditoria da Secretaria da Fazenda mostrar que os cálculos estavam errados. "Agora, o secretário da Fazenda mandou corrigir tudo, felizmente", concluiu.

Lincoln Tejota (PT do B)

Segundo ele, o secretário Giuseppe Vecci tem trabalhado com agilidade e eficiência e merece ser elogiado por todos, dentro e fora do Governo. "Vecci é um homem próximo do Governador e tem trazido diariamente notícias boas para todo o Estado", afirmou.

Lincoln Tejota também criticou o estado de algumas estradas estaduais, em Goiás. "Felizmente, o Governador vai colocar em execução a reconstrução dessas rodovias, mas eu solicito ainda mais urgência, até porque daqui a pouco vai começar o período de chuvas, e, aí, nada poderá ser feito", concluiu.

Francisco Gedda (PTN)

Em discurso, o deputado Francisco Gedda disse que o Governo precisa remunerar melhor os professores da rede estadual.

O deputado defende o reajuste salarial de 14,7% para os professores, uma reestrutração do plano de carreira dos docentes, e um investimento maior da receita do Estado em Educação.

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