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Palestrante apresenta exemplo de autogestão da Saúde no Mato Grosso do Sul

13 de Setembro de 2011 às 16:17

O conselheiro da Caixa de Assistência dos Servidores do Mato Grosso do Sul (Cassems), Ricardo Ayache, falou sobre a experiência de autogestão daquela instituição no seu Estado, na audiência que acontece neste momento no Auditório Costa Lima da Assembleia.  

“A Cassems foi criada em 2001. Na época, houve uma ampla discussão junto a sindicatos e diversas categorias de servidores estaduais para a criação da caixa”, disse. "A Cassems é uma associação civil, uma união de pessoas que se organizam para fins não econômicos, em regime de autogestão. Os responsáveis pela gestão da Saúde são, dessa forma, os próprios servidores”, completou.

Segundo Ricardo Ayache, a Cassems atende à Lei 9.656, que regulamenta todos os planos e seguros privados de assistência à saúde, e conta com registro na Agência Nacional de Saúde.

“Em dez anos, a Cassems promoveu uma revolução na eficiência do atendimento aos seus beneficiários. Esta é uma das instituições com melhor estrutura no País para atender a saúde dos servidores públicos”, avaliou. O palestrante informou ainda que a caixa disponibiliza, no Mato Grosso do Sul, um total de oito centros médicos e 14 centros odontológicos.

Maior plano de saúde para servidores públicos em autogestão do País, a Cassems deverá inaugurar, no final de 2011, o Centro de Reabilitação e Medicina Preventiva, e, em 2012, o Hospital do Servidor Público, ambos em Campo Grande. “Precisamos ter, efetivamente, um plano de saúde, e não um plano que apenas cuide de doenças”, finalizou.

Sugestões

 

Dentro da audiência pública “Autogestão do Ipasgo: Quem Paga Tem que Dirigir”, o deputado Mauro Rubem (PT) apresentou sugestões para melhorias no instituto.

 

”Queremos que o Ipasgo tenha autogestão dirigida, controle rígido nas compras de serviço de saúde, repasse imediato dos recursos financeiros do instituto, o reforço dos serviços de promoção de saúde e a implantação de novos serviços”, afirmou o parlamentar.

Mauro Rubem também reivindica o estabelecimento de uma política de aquisição de medicamentos, novo cálculo atuarial com valores justos e sem aumentos abusivos, realização de pesquisas constantes com os usuários para avaliar e servir de orientação para a gestão. “Também queremos aumentar o número de usuários do serviço”, completou.

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