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Deputados discutem sobre situação do Ipasgo

14 de Setembro de 2011 às 14:45

Durante reunião da Comissão de Finanças, Tributação e Orçamento, os deputados debateram sobre a crise no Ipasgo. O deputado Talles Barreto (PTB) lembrou que o instituto tem um déficit de mais de R$ 7 milhões por mês, com atendimento a 700 mil pessoas.

O parlamentar citou sugestão do deputado Mauro Rubem (PT) de que o Ipasgo seja administrado aos modes do que é feito no Mato Grosso do Sul, onde o plano de saúde do Estado é gerido pelos próprios servidores públicos. Segundo Talles, o plano de saúde daquela unidade federativa já completou dez anos de existência e não possui déficit.

O deputado Helio de Sousa (DEM) afirmou que não se deve mudar a atual gestão do Ipasgo. "Eu acho que, no futuro, isso poderá acontecer, mas, no momento, é totalmente inviável. Esse déficit de R$ 7 milhões gerou um déficit de mais de R$ 300 milhões. Pela primeira vez, buscou-se alguém capaz de fazer as mudanças necessárias. O primeiro passo é sanear e depois analisar qualquer outra expectativa", comentou o presidente da Comissão.

Talles Barreto disse que, mesmo que possa ser implantado a médio ou longo prazo, o exemplo do Mato Grosso do Sul deve ser considerado.

O deputado Ademir Menezes (PR) também comentou sobre a necessidade de sanar as contas do instituto. "Quem está pagando a conta são os servidores diretos. Os agregados pagam, mas um valor bem menor", afirma.

Segundo Helio de Sousa, mesmo com o aumento das mensalidades dos agregados, os valores não ultrapassarão 75% do valor cobrado atualmente pelos planos de saúde privados.

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