Orquestra de Violeiros de Aparecida se apresentou na Terça Cultural
A abertura do projeto Terça Cultural, promovido pelo Centro de Cultura e Intercâmbio (CCI) da Assembleia Legislativa, contou com apresentação da Orquestra de Violeiros Tradição Aparecidense.
O grupo se apresentou no saguão externo da Casa, às 14h30. Dentre as músicas tocadas, estão: “O Último Julgamento", "Enganos da Natureza", "Coração da Pátria", "Índia" e "Poder do Criador".
A Associação dos Catireiros, Foliões e Quadrilhas de Aparecida de Goiânia mantêm a Orquestra de Violeiros Tradição Aparecidense há cinco anos. Atualmente, são 14 integrantes que se dedicam ao projeto. “Valorizo esta oportunidade destinada a artistas goianos que desejam exercer seus talentos musicais, objetivando resgatar valores culturais de nossa terra”, ressaltou Nilo Jesus, coordenador da Orquestra.
Na quarta-feira, 28, “As Meninas de Aparecida” alegram o saguão da Assembleia Legislativa, a partir das 9 horas. Dia 29 será a vez de a “Folia Aparecidense” invadir o local.
Na sexta-feira, 30, às 10 horas, “Os Filhos de Aparecida” apresentam a famosa catira aparecidense, que rendeu vários prêmios ao grupo, como o título de Campeão Nacional de Catira 2010 em Uberaba (MG), e participação em filme sobre a Catira no Brasil, com produção do Jornalista José Hamilton, repórter do programa Globo Rural, da rede Globo.
Exposição
Dentro do projeto Terça Cultural, coordenado pelo do Centro de Cultura e Intercâmbio da Assembleia, também estão sendo expostos quadros do artista plástico João de Fátima Morais. A pintura a óleo sobre tela tem como temática central a natureza.
João é natural de Bela Vista e, atualmente, moraem Hidrolândia. Gostade arte desde criança e pinta há mais de 40 anos. Ele afirma, porém, que essa é a primeira vez que tem a oportunidade de expor suas obras. “Eu realmente tenho o dom da pintura, mas é muito difícil viver das artes. Até hoje, ainda pinto com o material mais barato e minhas obras não têm moldura”, explica.
Além de pintar, o artista também canta e compõe músicas. Ele ressalta que seus trabalhos são todos originais: “Tudo o que eu faço é a partir da minha imaginação, não faço cópias”.