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Lançamento

11 de Outubro de 2011 às 15:56
Centro de Cultura e Intercâmbio da Assembleia promoveu o lançamento de livros dos escritores Divina da Costa e Enio Brito, nesta terça,11.

O Centro de Cultura e Intercâmbio (CCI) da Assembleia realizou hoje o lançamento dos livros “Versos e Reversos Poesias”, de Divina da Costa; e “Deus, na contra-mão do Capital...”, de Enio Brito de Sá. O evento ocorreu no saguão interno da Casa.

O deputado Carlos Antônio (PSC) esteve presente para prestigiar os escritores. O parlamentar parabenizou a iniciativa de trazer escritores goianos para dentro da Assembleia: “Acho que aqui é o reflexo da sociedade. Tendo esse tipo de iniciativa, nós estamos agasalhando quem realmente fala pelo povo”, afirmou.

“Versos e Reversos Poesias” trata da natureza e da realidade de crianças que moram em fazendas. Além disso, Divina faz uma crítica à sociedade e a forma com que ela trata essas crianças. A escritora é goiana de Firminópolis e foi criada na fazenda. Segundo ela, sua criação, e o fato de ser descendente de índios fazem com que ela seja uma pessoa muito ligada à natureza.

Divina afirmou que concluiu apenas o ensino fundamental e, por isso, nunca imaginou que lançaria um livro: “Sempre escrevi, mas nunca pensei que seguiria essa carreira. Estou muito ansiosa por estar lançando esse livro aqui, mas também muito feliz”.

Já o livro de Enio Brito de Sá propõe uma reflexão que alia religião ao sistema econômico. Segundo o autor, “a teoria capitalista contraria a de Deus, porque a de Deus não é a de concentração do poder.” O objetivo do autor com o livro é “abrir pequenos campos de inspiração nas pessoas, para que elas reflitam a respeito do sistema econômico”.

Além de escritor, Enio é poeta, compositor, comentarista político de rádio, professor e “um lutador nato pelas causas sociais”, como ele se define. “Deus na contra-mão do Capital...” é a sua sexta publicação.

O autor já se candidatou a deputado estadual e afirma que o fato do livro ser lançado na Assembleia mostra uma abertura da Casa à sociedade. Porém, ressaltou que “a Assembleia poderia promover, também, um debate a respeito das ideias que proponho no livro, convidando deputado, servidores e todo o povo”, sugeriu.

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