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Projeto do Ipasgo deve ser apreciado em segunda votação, nesta semana

25 de Outubro de 2011 às 08:25
O projeto de lei da Governadoria que promove alterações no Ipasgo deve ir à segunda votação nesta semana. Nesta quinta-feira, 20, os parlamentares discutiram a matéria em Plenário, mas não chegaram a votar. A proposta, de autoria da Governadoria, foi aprovada, em primeiro turno, na sessão de quarta-feira, 19, com os votos contrários de sete deputados de oposição.

Durante a sessão plenária de quinta-feira, 20, os parlamentares discutiram o processo nº 3.793, referente ao Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo). A matéria altera regras que disciplinam a legislação que institui os serviços administrados pelo órgão, para a assistência à saúde dos servidores públicos estaduais e membros de entidades conveniadas. O projeto chegou a ser discutido na sessão plenária, mas deverá ser votado em segundo turno somente nesta terça-feira, 25.

Durante o encaminhamento de voto, o deputado Karlos Cabral (PT) adiantou que sua bancada votaria contra a aprovação da matéria. “Somos contra o projeto do Governo e a favor do servidor público”, afirmou Karlos Cabral. Ele justificou a ausência de Mauro Rubem (PT) na sessão por causa de compromissos em Brasília e disse que o colega de bancada compartilhava da mesma posição.

No momento de discussão da matéria, o deputado Samuel Belchior (PMDB) discursou da tribuna e também se declarou contra o projeto. Já Humberto Aidar (PT) cobrou providências para se descobrir quem foram os verdadeiros responsáveis pelo déficit existente nas contas do Instituto.

O processo que promove alterações no sistema de funcionamento do Ipasgo foi aprovado, em primeira discussão e votação, durante a Ordem do Dia da sessão plenária da última quarta-feira, 19. A matéria recebeu os votos contrários de Humberto Aidar, Mauro Rubem, Luis Cesar Bueno (PT), Bruno Peixoto (PMDB), Samuel Belchior, Lívio Luciano (PMDB) e Wagner Siqueira (PMDB).

Na noite de terça-feira, 18, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) aprovou o voto em separado do líder do Governo, deputado Helder Valin (PSDB), referente ao projeto. Os deputados Daniel Vilela e Lívio Luciano, ambos do PMDB, foram contrários à aprovação do voto em separado do deputado tucano.

O voto em separado de Helder Valin rejeitou as emendas apresentadas em Plenário pela bancada do PT, além de propor emendas supressivas e modificativas, como a que garante aos novos usuários do plano o serviço odontológico sem contribuição adicional.

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