Votação de projeto que fixa vencimento de professores provoca debates no Plenário
Durante a sessão de autoconvocação extraodinária deste sábado, 14, a discussão do projeto nº 78/2012, da Governadoria do Estado, provocou debates entre situação e oposição, no Plenário Getulino Artiaga. A matéria fixa em R$ 622 o menor valor de vencimento e salário básico pago ao servidor público e empregado público da administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo.
Iniciando as discussões sobre a matéria, o deputado Mauro Rubem (PT) afirmou que o projeto do Governo prejudica os trabalhadores da Educação. “ Cada deputado que está impondo uma derrota aos trabalhadores da Educação deve se acertar com a sociedade e com a comunidade”, disse.
O deputado Francisco Gedda (PTN), contrário à matéria, qualificou de “insuficientes” os investimentos do Governo na Educação. “O projeto não vai resolver a situação dos professores”, censurou.
Tulio Isac (PSDB) defendeu a proposta chamando atenção para sua razoabilidade. “O Governador é um homem equilibrado, e sabe o que faz”, afirmou.
Já o deputado Daniel Vilela (PMDB), que se posicionou contrariamente à matéria, afirmou que a proposta pode prejudicar a maioria dos professores do Estado. “Também quero elogiar a liderança do Sintego, que, desde o início deste ano, acompanha e aguarda a proposta de mudança do piso salarial dos professores”, reconheceu o peemedebista.