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Representante do Coren lembra que luta pela menor jornada se arrasta há 11 anos

22 de Março de 2012 às 10:29

A Enfermagem brasileira luta pela aprovação do projeto de Lei 2.295/00, que estabelece a jornada máxima de 30 horas semanais para os enfermeiros, técnicos e auxiliares há 11 anos. A informação foi dada pela representante do Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren), Marysia Alves da Silva durante a audiência pública que acontece no Auditório Costa Lima da Assembleia, na manhã desta quinta-feira, 22.

Marysia informou, ainda, que existem no Brasil mais de 1 milhão e 400 mil profissionais de enfermagem, e em Goiás a categoria é representada por quase 34 mil enfermeiros. “A jornada de 30 horas representa uma condição necessária para a assistência de enfermagem segura e de qualidade. A sociedade precisa reconhecer que precisamos de condições para uma prática segura”, disse.

A representante do Coren aproveitou a oportunidade para lembrar algumas condições de trabalho da categoria. “Convivemos com dor, sofrimento e doenças. Além disso, somos submetidos a turnos ininterruptos, aos sábados, domingos e até feriados. Recebemos muita responsabilidade, mas pouca valorização.”

Segundo Marysia, uma jornada de trabalho de 30 horas pode contribuir tanto para diminuir o desgaste físico e emocional, como também os riscos. “É justo e necessário que esta profissão possa ter condições dignas para exercer esse relevante trabalho social”, finalizou.

Em seguida, foi aberto espaço para que os presentes na audiência possam fazer questionamentos, declarações e sugestões.

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