Conselheira destaca influência americana negativa na economia de Cuba
Durante audiência pública que acontece na manhã desta terça-feira 15, e que efetua o ato de criação do Comitê Goiano de Solidariedade Brasil – Cuba, a conselheira e vice-chefe da missão e conselheira da Embaixada Cubana no Brasil, Marieta Garcia Jordano falou sobre a economia da região.
Marieta agradeceu o convite da deputada Isaura Lemos (PCdoB), e a presença de todos os participantes o que, segundo ela, significa o interesse acerca da intenção de promover ações diversas para a promoção do fortalecimento das relações culturais, esportivas, políticas e científicas, com o objetivo de fortalecer as relações de amizade e de solidariedade.
Para ela, a criação do comitê dá sequência a ações que a partir de agora terão mais apoio da Embaixada Cubana. “Vim passar algumas informações sobre a realidade da economia de Cuba e estamos dispostos a estabelecer relações através do comitê para dar início aos trabalhos”.
Segundo ela, o embargo comercial, econômico e financeiro dos Estados Unidos contra Cuba tem reflexos negativos na economia cubana até os dias atuais. “Adotamos medidas internas dirigidas para a sobrevivência, medidas relacionadas com o intercâmbio. Agora a economia começou a se recuperar”, revela.
De acordo com Marieta, a taxa de mortalidade infantil é baixa e a expectativa de vida passa os 74 anos. “Enfrentamos fortes desafios econômicos, como economia de terceiro mundo. Podemos reconhecer o efeito do poder econômico dos Estados Unidos”. Do ponto de vista social o modelo cubano é viável, porém a hostilidade americana tem tornado inviável a parte econômica”
O encontro acontece no auditório Solon Amaral.