Homenageado, coronel reconhece trabalho de policiais na defesa do meio ambiente
O coronel Alexandre Teixeira Cândido, da Polícia Militar do Estado de Goiás, proferiu discurso em nome dos homenageados agraciados com o Prêmio Altamiro de Moura Pacheco, durante a sessão solene da noite desta segunda-feira, 4. Por iniciativa do deputado Wagner Siqueira (PMDB), a Assembleia Legislativa entregou a comenda a personalidades que se destacaram na defesa do meio Ambiente, em Goiás.
”Recebo esta homenagem com muita humildade, consciente que esta honraria é a conjugação de esforços de todos os policiais sob o meu comando. O caminhar não depende apenas do esforço e da vontade política de cada um, mas da ajuda de todos os que nos cercam”, iniciou.
Em seu pronunciamento, o militar também reconheceu a importância do trabalho em defesa do meio ambiente, incluindo ações de educação ambiental, realizado por diversas instituições estaduais, federais e particulares. Estão incluídas a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), a Agência do Meio Ambiente (Ama,) a Polícia Ambiental, a Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), a Universidade Federal de Goiás (UFG), o Ministério da Pesca e o Fundo Nacional do Meio Ambiente.
O coronel lembrou, ainda, da atuação dos policiais goianos durante o acidente radioativo com o césio-137, ocorrido em Goiânia, em 1987, e traçou um quadro evolutivo das ações de defesa do meio ambiente, a partir daquele ano. “Desde então, a Polícia Militar evoluiu bastante, criando novas companhias e batalhões, cujo trabalho é voltado para a proteção das bacias dos rios Paranaíba, Araguaia e Tocantins”, explicou.
O homenageado encerrou seu discurso, afirmando que o ser humano sempre esteve integrado ao meio ambiente, sendo a sua preservação uma questão de vida ou morte. “Tudo está ligado a tudo. Os mesmos elementos físico-químicos que atuam na Terra também atuam em nosso corpo. O ser humano que se dá conta desse fato percebe a integralidade de todas as coisas. Nós estamos dentro desta imensa cadeia. Cabe-nos abrir a nossa consciência às dimensões universais”, encerrou.