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Deputado quer médicos e psiquiatras sem farda para atender policiais

14 de Junho de 2012 às 16:40

Hoje, em Goiás, o atendimento médico e psiquiátrico aos policiais civis e militares é feito com exclusividade por profissionais fardados. Mas essa situação pode mudar. Através de um projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa, o deputado Francisco Júnior (PSD) quer abrir uma brecha para a contratação de profissionais sem fardas.

“O objetivo – explica Francisco Júnior - é suprir uma necessidade de os policiais em tratamento fazerem seus desabafos e tratarem seus problemas com maior liberdade. Na verdade, esses serviços são oferecidos por médicos e psiquiatras da própria corporação, o que pode inibir eventual pedido de ajuda, uma vez que esses profissionais são seus superiores na hierarquia militar. Isso faz com que se crie uma barreira entre o policial e seu problema de saúde, bloqueando qualquer tipo de tratamento na própria unidade de trabalho."

Francisco Júnior lembra ainda que a carga horária dos profissionais de segurança é um tanto excessiva e estressante, sobretudo por lidarem com situações de periculosidade a todo instante. “Daí – completa ele -a necessidade de se contratar profissionais não fardados: a não interferência no serviço prestado, deixando os policiais à vontade durante o tratamento.”

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