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Delegado afirma que é amigo de mulher ligada ao grupo de Cachoeira

05 de Julho de 2012 às 12:35

Respondendo ao relator da CPI, deputado Talles Barreto (DEM), o delegado de Polícia Civil Marcelo Zegaib Mauad informa que atua desde o início da carreira, em janeiro de 2004, na região do Entorno de Brasília.

Afirma ainda que não conhecia Carlos Cachoeira, mas conhecia Lenine Araújo de Sousa e Sônia Regina de Melo, mas não sabia que esta seria responsável pela captação e pagamento de propina a policiais militares. O delegado diz que não se lembra de uma conversa entre os dois gravada pela Polícia Federal. “A Sônia é minha amiga pessoal de anos. A gente conversava todo dia e almoçava várias vezes, então fica difícil lembrar de uma conversa específica”, explica.

Mauad nega ainda que recebia propina semanal de R$ 1.500 do grupo de Cachoeira e também que é conhecido como “Turco” ou “Turquinho”. “Quem fez essa associação foi  a Polícia Federal”, afirma. Ele afirma também que, no período de menos de dois meses em que trabalhou em delegacia de Águas Lindas, não foi realizada nenhuma reforma no prédio deste órgão.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, Lenine é suspeito de ser o contador da organização criminosa comandada por Carlinhos Cachoeira. Ele chegou a ser preso e levado ao Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, mas foi liberado pela Justiça. 


 

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