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Tenente-coronel contesta conversas citadas na Operação Monte Carlo

02 de Agosto de 2012 às 12:20

Em resposta a questionamento do deputado Mauro Rubem (PT), o tenente-coronel Deovandir Frazão afirma que nunca foi apelidado de "careca", conforme constaria em conversas gravadas pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo. Frazão admite que pode ter se encontrado com Lenine, sem saber quem era, em uma churrascaria no Distrito Federal.

O tenente-coronel contesta várias situações citadas em gravações da Polícia Federal que citam seu nome e também não confirma anotações encontradas em livro de contabilidade de Lenine, considerado o braço direito de Carlos Cachoeira, onde consta que ele recebia pagamento mensal de R$ 3 mil do grupo que atuava em jogos ilegais. Frazão nega ainda que atuava contra supostos concorrentes de Cachoeira.

Mauro Rubem afirma que existem fotos publicadas na intenet que mostram Deovandir Frazão em companhia da ex-chefe de gabinete de Marconi Perillo, Eliane Pinheiro. Contudo, o tenente-coronel garante que não a conhece e que a foto pode ter sido tirada durante alguma solenidade.

Deovandir Frazão informa ao deputado petista que, quando a Operação Monte Carlo foi deflagrada, ele já estava lotado no município de Luziânia e ficou impedido de ser promovido porque seu nome foi citado nas conversas gravadas pela Polícia Federal.

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