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Municípios goianos prestigiam lançamento do 1° Concurso de Linguagem Expressiva

10 de Agosto de 2012 às 10:30

Foi aberta na manhã desta sexta-feira, 10, no Auditório Solon Amaral da Assembleia Legislativa, a solenidade de lançamento 1° Concurso de Linguagem Expressiva, promovido pela Comissão da Criança e Adolescente da Casa.

Além do presidente da Comissão, deputado Carlos Antonio (PSC), compõem a mesa o representante da Secretaria Estadual de Educação, professor Renato Barros de Almeida; a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Educação do Ministério Público Estadual, promotora de justiça Simone Disconsi de Sá Campos; e o representante da Secretaria Estadual de Cidadania e Trabalho e do Conselho Estadual dos Direitos da criança e do Adolescente, Hamilton José Amorim.

O representante da Associação dos Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares de Goiás, Jonathas Procópio da Silva; e a coordenadora do Centro de Apoio Operacional à Infância e Juventude do Ministério Público Estadual, promotora de justiça Liana Antunes Vieira Tormim, também compõem a mesa.

Participam, ainda, da solenidade, representantes de 53 conselhos tutelares de municípios goianos. São eles: Abadia de Goiás, Acreúna, Adelândia, Água Limpa, Alto Horizonte, Alto Paraíso, Amaralina, Americano do Brasil, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Aparecida do Rio Doce, Araçu, Arenópolis, Bela Vista de Goiás, Bom Jardim, Bonópolis, Britânia, Buriti de Goiás, Caiapônia, Caldas Novas, Campestre de Goiás, Campinorte, Corumbaíba, Goiânia (Região Noroeste), Inhumas, Israelândia, Itumbiara, Jaciara, Jaraguá, Jaupaci, Leopoldo de Bulhões, Mairipotaba, Mara Rosa, Mimoso de Goiás, Palmelo, Nova Roma, Paraúna, Padre Bernardo, Perolândia, Piracanjuba, Pirenópolis, Porangatu, Porteirão, Rio Quente, São Luiz do Norte, Senador Canedo, Serranópolis, Taquaral de Goiás, Turvânia, Turvelândia, Vianópolis, Vicentinópolis e Vila Propício.

Na abertura, Carlos Antônio ressaltou que o conselheiro tutelar ainda é visto como um vilão e que o seu trabalho não é reconhecido. “Esse é um momento importante para destacar a importância desse trabalho, que zela e protege crianças e adolescentes. Precisamos conscientizar as pessoas que o Conselho Tutelar não é um órgão punitivo e sim protetor”, disse.

Para Liana Tormim, os jovens precisam ter consciência que o Conselho Tutelar é uma ponte que liga crianças, adolescentes e família aos serviços públicos oferecidos. “Essa iniciativa do deputado é louvável, pois visa fortalecer os conselhos e o Ministério Público é um aliado nesse processo”, destacou a promotora.

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