Coronel Katayama presta depoimento na CPI da Assembleia Legislativa
Depois de votar rquerimentos, entre eles o que quebra o sigilo bancário da empresa Delta Construções em Goiás, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) está tomando o depoimento do Coronel Sérgio Katayama da Polícia Militar.
Respondendo a questionamento do relator da CPI, deputado Talles Barreto (PTB), o coronel da PM Sérgio Katayama disse que durante o período em que foi comandante-geral da corporação em Goiânia, o combate a crimes mais graves, como roubos e homicídios, era prioritário em relação às ações contra casas de jogos ilegais. Segundo ele, essa era uma diretriz estabelecida no topo mais alto da hierarquia da PM, representados pelo governador e pelo secretário de Segurança Pública.
Em suas declarações iniciais, Katayama lembrou que veio à CPI para depor na condição de testemunha, mas mesmo assim se sentia constrangido pelo fato de não existir motivo para estar nesta situação. Ele informa que tem 27 anos dedicados à coorporação e que ficou surpreso com o envolvimento de seu nome na operação Monte Carlo. "Deixo meus sigilos fiscal, bancário e telefônico à disposição de quem estiver interessado, assim como fiz na Polícia Federal."
O militar continua prestando informações aos deputados-membros da CPI. Após receber questionamentos do peemedebista Daniel Vilela, ele está sendo inquirido pelo deputado petista Mauro Rubem.