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Presidente do Conselho diz que é preciso definir responsabilidades no PNE

23 de Agosto de 2012 às 16:16

Presidente do Conselho Estadual de Educação de Goiás, o professor José Geraldo Santana de Oliveira afirmou que a Comissão Especial da Câmara dos Deputados encarregada de estudar o Plano Nacional de Educação (PNE) decidiu que 10% do PIB devem ser aplicados ao setor. De acordo com o ele, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o percentual inviabilizaria o orçamento da União. Para o educador, essa é a razão da demora em aprovar a proposta.

"O Brasil está há 20 meses sem um plano nacional de educação. Não se faz nada em concreto para que o seja aprovado pelo Congresso. Precisamos de agilidade. A sociedade brasileira tem pressa. Não comporta mais a inviabilização do PNE. O percentual do PIB a ser destinado à Educação tem sido motivo para a demora em aprovar o projeto. Não adiantará destinar 10% do PIB à educação se não definir as responsabilidades de cada esfera de governo", afirmou o educador.

A Assembleia Legislativa de Goiás realiza neste momento Sessão Especial em defesa do Plano Nacional de Educação (PNE). O evento foi proposto pelo deputado estadual Francisco Júnior (PSD) para apresentar as discussões realizadas pelo Congresso Nacional do projeto de lei, destacando a posição de Goiás neste processo, e conta com a participação do presidente do Conselho Estadual de Educação, José Geraldo Santana de Oliveira, e do secretário Estadual de Educação, Thiago Peixoto.

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