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Assembleia sedia 13ª Coletiva de Escultores e Pintores do Movimento Santuário da Arte

19 de Novembro de 2012 às 08:15

A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, através do Centro de Cultura e Intercâmbio (CCI), será palco para a 13ª Coletiva de Escultores e Pintores do Movimento Santuário da Arte, que acontecerá no saguão da Casa, a partir desta terça-feira, 20, às 19 horas. A mostra conta com trabalhos de 35 artistas, que serão apresentados entre os dias 20 a 27 de novembro.

A iniciativa do CCI faz parte do projeto Terça Cultural, que toda semana traz para a Casa de Leis uma atração cultural diferente, com o intuito de democratizar o espaço físico do Legislativo goiano, disponibilizando arte para os cidadãos que passam pelo prédio do Poder.

O Movimento Santuário da Arte é liderado pelo artista plástico Elifas Modesto; pelo escritor da Academia Goiana de Letras, Getúlio Targino; e pela diretora regional do Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais, a escritora Elizabeth Caldeira Brito.

Durante a solenidade de abertura, haverá apresentações musicais com os cantores: Maria Eugênia e Luiz Chaffin, Goiana Vieira e Vagner Rosafa, e também do Coral Vozes da Justiça, sob regência do maestro Carlos Vitorino. Além disso, serão premiadas com o “Troféu Santuário da Arte”, esculpido pelo próprio Elifas, personalidades que contribuíram para o crescimento do setor cultural em Goiás.

Entre os agraciados com o troféu, está o presidente da Casa, deputado Jardel Sebba (PSDB); o governador do Estado de Goiás, Marconi Perillo (PSDB); e o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, Leobino Valente Chaves. Também serão homenageadas as cantoras Maria Eugênia e Goiana Vieira, além de artistas, escritores e representantes do segmento cultural de Goiás.

“Em bom momento, o Poder Legislativo acolhe essa iniciativa, somando-se ao Poder Judiciário, que, na edição anterior, apoiou também o Santuário da Arte”, avalia Elifas. Para o escritor, esse é o momento em que o Brasil busca consolidar ideais democráticos e valores sociais já conquistados, tais como liberdade e igualdade.

“A sociedade precisa também alargar seus horizontes, alcançando valores espirituais advindos da cultura intelectual e da criação artística, valores esses que humanizam a sociedade na construção de uma nova cidadania”, considera o crítico e membro da Academia Goiana de Letras.

A mostra é aberta a toda a comunidade.

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