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Secretário volta à Asssembleia para discutir pacote da Segurança

06 de Dezembro de 2012 às 12:35

Secretário de Segurança Pública de Goiás, Joaquim Mesquita, se reuniu na manhã desta quinta-feira,6, com dez deputados para discutir projetos encaminhados à Assembleia pelo governador Marconi Perillo. Foi a quarta visita do novo titular da SSP em um prazo de duas semanas.

Estiveram presentes o líder do governo na Assembleia, deputado Helio de Sousa (DEM); e os parlamentares: Álvaro Guimarães (PR), Daniel Messac (PSDB), Evandro Magal (PP), Karlos Cabral (PT), Major Araújo (PRB), Nilo Resende (DEM), Paulo Cezar Martins (PMDB), Samuel Belchior (PMDB) e Wagner Siqueira (PMDB).

Segundo Helio de Sousa, o objetivo da visita foi dialogar com o secretário, que pretende analisar as emendas apresentadas nesta quarta-feira, 5, em Plenário. “A Casa está discutindo e votando importantes matérias de interesse da Segurança Pública. Projetos que visam aprimorar não apenas a questão estrutural do policial civil e militar. Algumas conquistas já estão asseguradas e, com certeza, o Estado fez a sua parte e está se esforçando para dar uma resposta”, explicou.

O líder do Governo disse que serão suspensas nesta semana as votações das matérias que dizem respeito à Polícia Militar. “As dificuldades eram previstas e o diálogo foi feito para isso. Na pauta de hoje deverá entrar a Lei Orgânica da Polícia Civil e as referentes aos policiais militares na próxima terça-feira”, disse.

Helio de Sousa também comentou sobre a matéria que trata das vítimas do acidente radiológico com o Césio 137. "Devemos apreciar o projeto o mais rápido possível que, inclusive, é de consenso de toda a Casa”, garantiu.

Segundo o líder do Governo, o Major Araújo e Evandro Magal são os parlamentares que melhor representam tanto a polícia civil quanto a militar.

“O sentimento da Casa é favorável às emendas. O secretário é muito técnico. Primeiro, ele disse que precisa amadurecer as ideias e precisa saber se há pertinência ou não. E o deputado Helio está sensível com a nossa causa”, reconheceu Major Araújo.

Evandro Magal elencou as principais reivindicações dos policiais. “O quadro administrativo da polícia militar sonha em ter acesso à carreira de tenente-coronel. Esse posto pode beneficiar cerca de dez mil policiais militares. De um efetivo de 13 mil, aproximadamente nove mil são soldados, cabos, sargentos e subtenentes. Eles chegam na carreira, no máximo, como major. Outra reivindicação é estender o quadro de coronéis do quadro operacional de 35 a 50 vagas em dez anos.”

Das oito mensagens enviadas por Marconi Perillo, cinco já foram aprovadas em votação definitiva. O restante está em tramitação, são elas: 4.324/12, que fixa o efetivo da Polícia Militar do Estado de Goiás, alterado o limite atual de 12.368 para 30.741 em dez anos; 4.325/12, que introduz alterações nas Leis nº 16.900, de 26 de janeiro de 2010, e 16.901, de 26 de janeiro de 2010, prevendo a reestruturação de carreira, com diminuição do intervalo entre promoções; e 4.326/12, que introduz alterações nas Leis nº 16.897, de 26 de janeiro de 2010, e 17.089, de 2 de julho de 2010, prevendo reestruturação das carreiras da Superintendência da Polícia Técnico-Científica.

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