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Mauro Rubem crê que medidas adotadas vão resultar em inflação menor em 2013

06 de Fevereiro de 2013 às 12:52

A expectativa do deputado Mauro Rubem (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Assembleia Legislativa, é de que a inflação em 2013 seja menor que em 2012.

“O governo adotou medidas que têm repercussão direta sobre a inflação ao longo dos próximos meses, ao exemplo da redução do custo da energia para 2013”, ressaltou. Citou também a política de geração de empregos e atividades econômicas, como a redução da taxa de juros.

Mauro Rubem foi procurado pela Agência Assembleia de Notícias para fazer comentário, em virtude da divulgação, para a imprensa, nesta quarta feira, 6, da inflação apurada em Goiânia no mês de janeiro de 2013, pelo Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan). Também será divulgado o custo da cesta básica referente ao mesmo período. O evento será às 14h30 na Sala de Reuniões do IMB/Segplan.

O deputado petista lembrou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, medido pelo IBGE, apresentou uma elevação de 0,56% no mês de Janeiro de 2012, situando-se ligeiramente acima dos resultados registrados no mês imediatamente anterior, Dezembro (0,50%) e abaixo do mesmo mês do ano anterior, Janeiro de 2011 (0,83%).

Com esse resultado, nos últimos doze meses, o IPCA somou 6,22%, percentual abaixo dos 6,50% dos doze meses imediatamente anteriores. “A nossa expectativa é de que a inflação fique na casa dos 5,68% neste ano”, frisou.

Para Mauro Rubem, a economia mundial, em crescimento abaixo da média nos últimos anos, também pode contribuir para que a inflação no Brasil seja menor em 2013. “O Brasil tem todas as condições de retomar uma trajetória de crescimento do ponto de vista monetário e financeiro”, acrescentou.

Enfatizou  que os seguintes fatores podem contribuir para o Brasil crescer mais no futuro: as reservas internacionais em quase US$ 380 bilhões, a situação de financiamento externo confortável no país e a questão fiscal equacionada nos últimos anos, com redução da dívida líquida em relação ao Produto Interno Bruto (PIB).

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