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Karlos Cabral faz discurso pela evangelização dos jovens

18 de Fevereiro de 2013 às 20:31

Por iniciativa do deputado Karlos Cabral, e de seu colega do PT, Humberto Aidar, a Assembleia Legislativa dedicou a sessão solene desta noite à 50ª Campanha da Fraternidade da Igreja Católica. A Campanha foi lançada na última quarta-feira, 13, pelo arcebispo Dom Washington Cruz, na Cúria Metropolitana. O objetivo dos parlamentares foi convidar os jovens a protagonizar a construção de um novo tempo.

Em seu discurso, Karlos Cabral lembrou que, neste ano, o tema da Campanha é Fraternidade e Juventude, que tem como objetivo fortalecer o desejo de evangelização dos jovens, buscando compreender a realidade vivenciada e a riqueza de suas diversidades. O deputado lembrou ainda que se trata de uma forma de acolher os jovens no contexto de mudança de época, proporcionando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz.

“Nossa constituição afirma a laicidade do Estado, e longe de mim ir ao contrário, pois tal preceito é fundamental para a democracia e para o respeito com todas as religiões. Contudo, as experiências que garantem vida, autonomia e a transformação da realidade que oprime, devem ser anunciadas aos quatro ventos, sejam elas quais forem”, disse.

O deputado aproveitou para falar da sua juventude, de sua trajetória na igreja e, em especial, na Pastoral da Juventude, afirmando ser “fruto de muitas Campanhas da Fraternidade”. Ainda, lembrou o surgimento da Campanha durante o Concílio Vaticano II e de sua história, até sua inserção na América Latina.

“É um grande desafio para a Igreja, discutir a temática da juventude. Dentre tantas particularidades do que é “ser jovem” logo de início encontramos um mundo de julgamentos e preconceitos. Nosso país sempre viveu uma carência de políticas públicas voltadas para a juventude”, reforçou.

Karlos Cabral finalizou lembrando que a Campanha da Fraternidade volta os olhos à juventude em um ano muito importante para a mesma, que marcará a aprovação do Estatuto da Juventude. O parlamentar frisou que o Estatuto foi resultado de um processo de escuta a jovens de todo o Brasil e que ele deve nortear as políticas direcionadas à juventude. “Contudo tal instrumento tão rico não deve ser dispensado pela sociedade civil, que tem o dever de fiscalizar a aplicação pelo Estado”, afirmou.

“Faço um convite a toda sociedade, para que acreditemos no protagonismo dos nossos jovens e que ajudem a promover espaços para formação de cidadãos comprometidos com o bem comum e com a Civilização do Amor. A Campanha da Fraternidade é um tempo propício para refletirmos sobre nossas ações e nos convertemos à juventude. Convertermo-nos a esse jeito de ser Igreja e ser sociedade. Sem preconceitos, sem amarras, e com muita vontade de contribuir para um mundo melhor de se viver”, concluiu.

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