Francisco Júnior comenta impasse na Comissão de Direitos Humanos
“No lugar dele, eu não renunciaria.” A opinião é do deputado
Francisco Júnior (PSD) ao ser questionado sobre o impasse político
envolvendo a indicação do deputado-pastor Marcos Feliciano (PSC)
para a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal. “A
indicação foi fruto de um acordo político, respaldado pelo Colégio
de Líderes, ele foi eleito e tem todo o direito de exercer as funções”, acrescenta.
Para Francisco Júnior, membro da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, toda essa discussão não poderia estar vinculada a questões religiosas ou ao posicionamento pessoal do deputado Marcos Feliciano. “O mais importante é a garantia de transparência no exercício do cargo, preservando as diferenças e os direitos do cidadão.”