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Espaço para debate é aberto durante a audiência sobre ACCG

10 de Abril de 2013 às 10:30

Após a apresentação das contas da Associação de Combate ao Câncer de Goiás (ACCG), o presidente da audiência, que acontece neste momento no auditório Solon Amaral da Assembleia, deputado Simeyzon Silveira (PSC), abriu a palavra aos participantes, para que fizessem suas avaliações e questionamentos acerca da instituição. Também foi convidado a fazer parte da mesa de debates o deputado Lincoln Tejota (PSD).

Ao tomar a palavra, o deputado Júlio da Retífica (PSDB) disse que são visíveis as melhorias já foram promovidas no Hospital Araújo Jorge e nas finanças da ACCG durante este primeiro ano da nova administração.

Segundo o deputado tucano, quem mais perdeu com as situações que ocorreram no passado foi a população. “É com alegria que vemos as notícias de recuperação deste hospital que é fundamental à sociedade goiana. Continuando neste caminho, não tenho dúvidas de que teremos em breve um hospital totalmente recuperado”, reforçou.

Lincoln Tejota, que é presidente da Comissão de Saúde na Casa, destacou que um dos maiores valores do Hospital Araújo Jorge é a capacidade de igualar as pessoas. “Sabemos o quanto o trabalho ali desenvolvido é importante. No caso do Araújo Jorge existe ainda capacidade de atender a todos de maneira exatamente igual, seja a criança, o carente ou o rico, em um momento de extrema fragilidade que é a deficiência em saúde”.

O presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadore de Goiânia, vereador Doutor Bernardo, ressaltou que somente aquele que passou a necessidade de ser atendido no Hospital Araújo Jorge pode entender a importância daquela instituição e dar o devido valor no trabalho ali desenvolvido.

“Ele atende uma doença que a cada dia acomete mais brasileiros. É uma doença que necessita de um atendimento imediato, pois avança rapidamente. Se todos soubessem da realidade ali atendida, teríamos com certeza menor dificuldade”, disse Bernardo.

A presidente do Ministério Luz para os Povos, Elizabeth Silveira, apresentou seu relato quando do diagnóstico de um câncer e do atendimento recebido no hospital. Para Elizabeth, a terrível notícia do câncer raro era como um decreto inexorável de morte, mas que ao ser atendida no Araújo Jorge percebeu que algo podia ser feito.

“Hoje sei que tudo que vivi ali foi fundamental para que eu pudesse estar aqui hoje testemunhando. Me pergunto então o que posso fazer para mostrar aos demais a importância de colaborar com aquele hospital. Quando estamos nesta situação, qualquer ajuda é fundamental. Sabemos que o doente ali e a instituição em si não precisam apenas da ajuda financeira.”

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