Deputado disponibiliza casas para acolhimento de crianças vítimas de abuso sexual
O deputado Carlos Antonio (PSC), presidente da Comissão da Criança e Adolescente da Assembleia Legislativa, ofereceu duas casas de acolhimento para três menores de idade envolvidas em escândalos sexuais, inclusive com os próprios pais, em Mairipotaba e Cromínia. Os Conselhos Tutelares dos dois municípios, bem como a equipe técnica do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), ficaram de conseguir autorização com a promotora da Comarca, Sandra Ribeiro Lemos, para proceder à internação das mesmas.
Carlos Antonio ofereceu as opções das casas de acolhimento de Jussara e São Luis de Montes Belos. As crianças, um menino, J.D., de 10 anos; e uma menina de cinco anos, A.V., e uma adolescente de 13 anos, B.C., que está gestante de quatro meses, estão revezando nas casas das conselheiras tutelares Carmelice Rosa Cardoso e Divina Domingos de Sousa Branca, bem como com a psicóloga Edjane Moreira Braga e a assistente social Graziella Menezes Barbosa, da equipe técnica dos CRAS de Cromínia e Mairipotaba.
Participaram da reunião, no CRAS Renascer de Mairipotaba, as seguintes autoridades: os conselheiros tutelares de Mairipotaba, Carmelice Rosa Cardoso, Divina Domingos de Sousa Branca, Valdivino de Jesus; Conselheiras de Cromínia: Marta Viana Batista Carneiro, Miris de Souza Lobo e Silva e Sônia Aparecida Aguiar. Assistente social Graziella Menezes Barbosa e psicóloga Edjane Moreira Braga, da equipe técnica que atua nos CRAS dos dois municípios; Lidiane Maria da Silva, presidente do Conselho de Direitos da Criança e Adolescente de Mairipotaba.
O pessoal técnico dos dois municípios está em busca dos familiares dos três menores, inclusive conseguiram localizar irmãos delas em Goiânia, haja vista que a mãe das meninas, Maria de Lourdes Faria de Lima, tem nove filhos, com pais diferentes. O pai dos dois menores e padrasto da adolescente é José Antonio Rodrigues Ferreira. A mulher está presa em Mairipotaba e o homem em Cromínia. Está sendo feito o exame de DNA no cordão umbilical para saber se feto de quatro meses é filho do padrasto. Os conselheiros tutelares e a equipe técnica do CRAS acreditam que saindo o exame, em até duas semanas, vão conseguir autorização da promotora para internação dos três menores.
O deputado se comprometeu a doar o enxoval para a adolescente gestante.