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Contra a unificação do ICMS

15 de Maio de 2013 às 18:14
Parlamentares goianos participaram da marcha contra a unificação do ICMS na quarta-feira, 15, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Senadores, deputados e secretários de Estado participaram de marcha contra a unificação do ICMS entre os Estados, organizada, em Brasília, pelo governador Marconi Perillo. O protesto aconteceu nesta quarta-feira, 15, na Praça dos Três Poderes.

Milhares de pessoas compuseram a caravana mobilizada pelo Governador. Marcaram presença, representando a Assembleia Legislativa, vários parlamentares, entre eles os deputados estaduais Sônia Chaves (PSDB) e Marlúcio Pereira (PTB). Da bancada federal estavam os senadores Wilder de Moraes (DEM), os tucanos Cyro Miranda e Lúcia Vânia; os deputados Pedro Chaves (PMDB), Leandro Vilela (PMDB), Sandro Mabel (PMDB), Sandes Júnior (PP). E ainda, Carlos Lereia (PSDB), Jovair Arantes (PTB), Roberto Balestra (PP), Magda Mofatto (PTB), Ronaldo Caiado (DEM) e Heuler Cruvinel (PSD). Do secretariado de Estado, compareceram entre outros, Vilmar Rocha (Casa Civil) e Alexandre Baldy (Indústria e Comércio).

Também representaram Goiás membros da Federação da Indústria e Comércio do Estado de Goiás (Fieg), da  Associação Comercial Industrial e de Serviços do Estado (Acieg) e da Associação Comercial e Industrial de Anápolis (Acia).

"Estamos defendendo o nosso Estado. Goiás não pode perder os incentivos fiscais, como corre risco de acontecer, caso a proposta seja aprovada como quer o Governo Federal. Não queremos ver indústrias irem embora em busca de incentivos em outras regiões. Nossa população precisa dos empregos gerados por centenas de empresas e indústrias que se instalaram aqui atraídas pelos incentivos fiscais oferecidos pelo Estado”, disse Sônia Chaves.

Por volta das 12h30, Marconi e outros organizadores da Marcha Contra o ICMS foram para a Câmara de Deputados, com vistas a entregar uma carta assinada por nove governadores do Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país, principais prejudicados com as mudanças na alíquota do imposto, que previam, incialmente, unificação em 4% para todos os estados. Porém, essas regiões mais o Espírito Santo conseguiram incluir um valor diferenciado aos produtos industrializados e agropecuários, que é de 7%. O documento pede que a proposta, mesmo que modificada, não seja votada.

Somente em Goiás, estima-se que mais de 400 mil postos de empregos serão extintos com a mudança, que prejudica e encarece o custo da produção industrial.

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