Ação Parlamentar
O deputado e presidente estadual do PMDB, Samuel Belchior, é o entrevistado do programa Ação Parlamentar, que vai ao ar nesta quarta-feira, 26, a partir das 19 horas pela TV Assembleia, através do canal 8 da Net e pelo site da Assembleia.
O parlamentar inicia o programa afirmando que a atividade política constitui um privilégio único do ponto de vista da alteridade. "É uma oportunidade única para conhecer pessoas oriundas de todas as áreas, alas e classes sociais, tudo ao mesmo tempo. Ademais, estar na Assembleia Legislativa é uma oportunidade única para contribuir para que o Executivo siga o caminho certo", afirmou.
O peemedebista falou sobre sua breve passagem pela Secretaria da Prefeitura de Goiânia. "Foi uma experiência muito válida. Contudo, o meu projeto é permanecer atuando na Assembleia Legislativa."
O parlamentar observou ainda que está à frente de um projeto de regionalização do partido que preside, o PMDB. Para Samuel, o projeto exige um trabalho árduo, que envolve a realização de visitas em todos os municípios goianos.
"Você vai conhecendo problemas em áreas como Saúde e Educação, e começa a compreender como funcionam as diversas regiões de Goiás. Ao mesmo tempo, passa a ter um conhecimento mais preciso da realidade do nosso Estado", disse Samuel.
Interior
No segundo bloco, Samuel Belchior continua sua explanação sobre seu projeto de fortalecimento da oposição no interior do Estado. Desta vez, ataca um problema enfrentado por vários munícípios: a falta de recursos.
"As prefeituras acabam assumindo a responsabilidade por áreas como Saúde, Educação, limpeza e, em parte, Segurança Pública. Contudo, praticamente todos os recursos acabam ficando nas mãos dos Governos Estadual e Federal", avaliou.
Belchior finalizou a entrevista criticando a fragilidade do Poder Legislativo, em comparação com as duas outras instâncias de Poder. "O Legislativo é muito atrelado ao Poder Executivo. Falta autonomia, capacidade regimental. A decisão é muito fraca. Dentre os Três Poderes, o Legislativo é frágil. Essa é a realidade nacional. E, quando a receita é pouca e a demanda é grande, temos de ser criativos", concluiu.