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CPI da Violência define presidente e relator

04 de Junho de 2013 às 17:18

Os deputados-membros instalaram durante a tarde desta terça-feira, 4, a Comissão Parlamentar de Inquérito que pretende apurar causas e soluções para o atual contexto de violência em Goiás. O deputado Helio de Sousa (DEM) foi eleito presidente da CPI, tendo como vice-presidente o deputado Luis Carlos do Carmo (PMDB). Para a relatoria, foi eleito o deputado Júlio da Retífica.

Os parlamentares decidiram que os trabalhos da CPI da Violência serão realizados sempre pela manhã das terças e quintas-feiras, no auditório Solon Amaral. A próxima reunião foi agendada para 11 de junho, às 9 horas.

Integram ainda a CPI como titular os deputados Mauro Rubem (PT) e Wellington Valim (PT do B). São suplentes os deputados Marcos Martins, Túlio Isac (PSDB), Frederico Nascimento (PSD), Luis Cesar (PT) e Major Araújo (PRB).

Helio de Sousa informou que a metodologia dos trabalhos será baseada em apresentação de requerimentos e não em pauta prévia. De acordo com ele, as solicitações dos parlamentares serão apresentadas em uma sessão e votadas na seguinte.

"Trabalharemos com apresentação de requerimentos. Não há necessidade da apresentação de uma grande quantidade de requerimentos nos primeiros dias de trabalho, até para que não fiquem prejudicados pelo tempo. Temos 90 dias para trabalhar e buscar os melhores caminhos para o debate", argumentou o democrata.

Helio de Sousa disse ainda que o objetivo da CPI é discutir fundamentalmente as causas da violência em Goiás e quais os melhores caminhos a seguir para reduzir os indicadores criminais. De acordo com ele, o enfoque vai tratar de pontos necessários, como a situação de dependentes químicos e moradores de rua, além da atividade do Estado na prevenção e repressão da violência.

"Será um trabalho abrangente e interessante. A violência é um problema próximo a todos. É do cotidiano. Vamos procurar trabalhar com questões pontuais, como a situação dos dependentes químicos, por exemplo, mas sem esquecer que violência é um fenômeno social amplo e complexo", afirmou o democrata.

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