Ícone alego digital Ícone alego digital

Cargos nas CPIs

04 de Junho de 2013 às 17:38
Deputados realizaram primeira reunião e definiram nesta terça-feira, os nomes de quem irá ocupar cargos nas duas Comissões.

Deputados membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), criada para investigar denúncias da possível existência de grampos ilegais em Goiás, realizaram, na tarde desta terça-feira, 4, a primeira reunião de trabalhos para definir a ocupação dos cargos. A sessão foi realizada no Auditório Costa Lima.

A composição ficou assim definida: Talles Barreto (PTB), presidente; Humberto Aidar (PT), vice-presidente; e Marcos Martins (PSDB), relator. Tulio Isac (PSDB) e Ney Nogueira (PP) completam a equipe.  Carlos Antonio (PSC), Francisco Júnior (PSD), Daniel Messac (PSDB), José Essado (PMDB) e Karlos Cabral (PT) são os suplentes.

Os deputados marcaram a próxima reunião para quarta-feira da semana que vem, às 14 horas. O presidente Talles Barreto afirmou que nesses primeiros encontros, a Comissão vai avaliar quais as pessoas que poderão ser convocadas para ajudar a esclarecer denúncias sobre os grampos veiculadas na imprensa. Os trabalhos da reunião dessa terça-feira foram conduzidos por Marcos Martins, que também participa como suplente da CPI da Segurança Pública.

CPI da Violência

A Comissão Parlamentar de Inquérito que pretende apurar causas e soluções para o atual contexto de violência em Goiás também foi instalada na tarde desta terça-feira, 4. O deputado Helio de Sousa (DEM) foi eleito presidente da CPI, tendo como vice-presidente o deputado Luiz Carlos do Carmo (PMDB). Para a relatoria, foi eleito o deputado Júlio da Retífica (PSDB).

Integram ainda a CPI como titulares os deputados Mauro Rubem (PT) e Wellington Valim (PT do B). São suplentes os deputados Marcos Martins, Túlio Isac (PSDB), Frederico Nascimento (PSD), Luis Cesar Bueno (PT) e Major Araújo (PRB).

Os parlamentares decidiram que os trabalhos da CPI da Violência serão realizados sempre pela manhã das terças e quintas-feiras, no Auditório Solon Amaral. A próxima reunião foi agendada para 11 de junho, às 9 horas.

Helio de Sousa informou que a metodologia dos trabalhos será baseada em apresentação de requerimentos e não em pauta prévia. De acordo com ele, as solicitações dos parlamentares serão apresentadas em uma sessão e votadas na seguinte.

"Trabalharemos com apresentação de requerimentos. Não há necessidade da apresentação de uma grande quantidade de requerimentos nos primeiros dias de trabalho, até para que não fiquem prejudicados pelo tempo. Temos 90 dias para trabalhar e buscar os melhores caminhos para o debate", argumentou o democrata.

Helio de Sousa disse ainda que o objetivo da CPI é discutir fundamentalmente as causas da violência em Goiás e quais os melhores caminhos a seguir para reduzir os indicadores criminais. De acordo com ele, o enfoque vai tratar de pontos necessários, como a situação de dependentes químicos e moradores de rua, além da atividade do Estado na prevenção e repressão da violência.

"Será um trabalho abrangente e interessante. A violência é um problema próximo a todos. É do cotidiano. Vamos procurar trabalhar com questões pontuais, como a situação dos dependentes químicos, por exemplo, mas sem esquecer que violência é um fenômeno social amplo e complexo", afirmou o democrata.

Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.