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Francisco Gedda faz um balanço do semestre no Programa Ação Parlamentar

15 de Julho de 2013 às 13:02

Entrevistado pelo Programa Ação Parlamentar, o deputado Francisco Gedda (PTN) fez um balanço político do primeiro semestre de 2013. O programa será exibido nesta segunda-feira, 15, às 19 horas, no canal 8 da NET e no site da Casa.

O líder do PTN destacou, em especial, os debates que envolveram a aprovação de projeto procedente da Governadoria do Estado, que prevê a implantação da tecnologia de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Avenida Anhanguera. O objetivo é solucionar problemas de trânsito e transportes encontrados naquela via.

Segundo Gedda, na época da votação, ele foi o único a se pronunciar contrariamente à aprovação do projeto. O parlamentar acabou sendo secundado pelo deputado Marcos Martins (PSDB), que também se posicionou contrariamente à aprovação do projeto.

“Eu fui presidente da Metrobus. Sei que o VLT é um transporte ultrapassado. O que resolveria o problema da Avenida Anhanguera seria o metrô subterrâneo. Tenho a impressão que trata-se de uma obra mais política, mais imediatista”, criticou.

No segundo bloco, o parlamentar discorreu sobre o Código Florestal. Ele se disse à vontade para debater o assunto devido à experiência que acumulou em três anos de trabalho na Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), e destacou sua luta para convencer os palamentares de que a reserva florestal deve ser contabilizada dentro dos limites do estado de Goiás.

“Hoje chegamos a um texto final que torna desinteressante a realização de um desmatamento sem o devido acompanhamento nem fiscalização", afirmou.

Segundo semestre

Gedda falou sobre seus planos para o próximo semestre, que incluem projeto de sua autoria que pede o fim do voto parlamentar secreto. Segundo ele, "esse recurso é uma arma para as pessoas que não têm coragem de mostrar sua cara. O político não pode falar de uma pessoa e expressar-se de outra forma".

Ele também externou sua preocupação com o aumento da criminalidade em Goiás. “Quase 70% dos crimes estão relacionados ao tráfico de drogas. Nesse sentido, pretendemos realizar diversas audiências públicas em subsecretarias do estado para discutir o problema", disse.

Por fim, o parlamentar criticou "o estado de abandono em que se encontra a Universidade Estadual de Goiás". Ele reconhece o mérito do atual Governo no processo de fundação da UEG, mas critica a nomeação política dos reitores e a negligência para com os problemas de infraestrutura enfrentados pela entidade.

 

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