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Comissão de Serviços Obras Públicas teve agenda cheia no 1º semestre

24 de Julho de 2013 às 08:04

Saldo de sete reuniões ordinárias, audiências públicas e seis visitas técnicas a obras municipais. Este é o balanço que faz o presidente da Comissão de Serviços e Obras Públicas da Assembleia Legislativa, deputado Karlos Cabral (PT), faz das atividades no primeiro semestre de 2013.

“Conseguimos fazer sete reuniões ordinárias e várias audiências públicas, nas quais debatemos projetos importantes para o desenvolvimento do Estado de Goiás”, informa o deptuado, ressaltando a ampla participação da Comissão em debates de matérias polêmicas, com uma ação de interferência muito forte pelo desenvolvimento do Estado de Goiás.

Ao avaliar o trabalho da Comissão em entrevista à Agência Assembleia de Notícias, Karlos Cabral fez questão de agradecer aos servidores que estiveram ao seu lado, bem como à Mesa Diretora da Casa por ter colocado a estrutura da Assembleia Legislativa à disposição.

O parlamentar petista, no entanto, segue defendendo mais autonomia para as Comissões Técnicas da Casa no desempenho de seu papel.

O saldo final da Comissão nos seis prmeiros meses do ano, disse o deputado, é de um trabalho positivo, que resultou em aperfeiçoamento de alguns projetos. "Trouxemos para o plenário várias demandas que foram decorridas dessas discussões que tivemos e conseguimos transformá-las em ações públicas no plenário."

O deputado disse que é preciso avançar um pouco mais, trabalhar outras pontas que ainda não foram exploradas, principalmente em emendas da educação e do serviço de obras públicas no Estado. O petista manifestou sua convicção de que contribuiu para o aperfeiçoamento de alguns projetos.

"Tivemos uma interferência forte junto a Saneago, num momento em que o Governo conseguiu fazer um edital absurdo do serviço da empresa que vai gerar um desequilíbrio financeiro muito grande nas famílias goianas. Os aumentos das tarifas da conta de água e esgoto poderão implicar gastos de R$ 57,85 a mais ao final de cada ano."

O deputado lembrou ainda ações da Comissão que resultaram na recuperação do Anel Viário da BR-060, em Rio Verde. “As obras estavam paradas há meses, provocando tumulto e congestionamento no trânsito na região, mas cobramos junto à Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop) a recuperação em caráter de urgência do anel viário, às vésperas do início do grande evento Tecnoshow Comigo 2013”, ressaltou.

O Anel Viário é importante para a cidade de Rio Verde, pois é o eixo de produção agrícola e pecuária, além de conter importantes indústrias instaladas na região, melhorando a logística de transporte de safras e fortalecendo o agronegócio goiano.

Visitas técnicas

Karlos Cabral destacou como importantes as seis visitas técnicas em obras municipais que realizou no primeiro semestre de 2013. “Estivemos, em Quirinópolis, Formoso e Trombas, no Norte do Estado, e em Aparecida de Goiânia."

O parlamentar informou que pretende intensificar as visitas técnicas no segundo semestre, mas defende que estas possam ser feitas de uma maneira mais colegiada, especialmente por deputados que presidem Comissões afins.

"Espero que consigamos fazer um casamento de agendas dos deputados, para fazermos um acompanhamento maior das ações do Estado nos municípios e, assim, contribuirmos mais efetivamente para o desenvolvimento de Goiás”, salientou.

Educação

O petista lembrou da participação dele na audiência pública com o tema UEG em Discussão, no auditório Costa Lima da Assembleia Legislativa, proposta pelo deputado Francisco Gedda (PTN), presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte em parceria com o Movimento Estudantil da Universidade Estadual de Goiás (UEG).

“Cobramos autonomia para a administração da universidade para solucionar os problemas acarretados ao longo dos últimos anos, inclusive financeira. O Governo estadual não cumpre sequer os 2% de repasse do ICMS para a UEG. Sem dinheiro, os problemas só aumentam”, argumentou.

O líder do PT na Assembleia Legislativa enfatiza que Educação de qualidade não deve ser entendida com um favor prestado pelo Estado, e sim um direito da sociedade. “Direito não é moeda de troca, é uma obrigação do Estado previsto na Constituição.”

Neste segundo semestre, Karlos Cabral adiantou que vai fazer um apanhado da infraestrutura das escolas para fiscalizar efetivamente o serviço público da educação no Estado.

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