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Delegado-geral afirma que Polícia Civil aprimora combate a crime

06 de Agosto de 2013 às 10:19

O delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, João Carlos Gorski, afirma ao deputado Mauro Rubem (PT) que a operação Monte Carlo, que investigou relação do empresário Carlos Cachoeira com autoridades, foi deflagrada pela Polícia Federal e não pela Polícia Civil do Estado e que, por isso, não tem conhecimento sobre o possível indiciamento do ex-procurador-geral do Estado Ronald Bicca, que foi citado numa das gravações.

O depoimento de Gorski ocorre em reunião da CPI que investiga problemas relacionadas à Segurança Pública no Estado. A sessão está sendo realizada na manhã desta terça-feira, 6, no Auditório Solon Amaral.

Gorski informa ainda que todos os policiais civis envolvidos foram afastados e abertos os respectivos inquéritos. Quanto às pessoas desaparecidas no Estado, ele afirma que são casos de difícil conclusão, pois não existem testemunhas e nem local do crime, mas apesar das dificuldades, a Polícia Civil tem respostas aos casos.

O delegado-geral afirma que estão previstos investimentos na área de inteligência para combate a crime organizado. “O crime organizado tem de ser enfrentado com muito afinco para que não tome conta da estrutura do Estado. Em outras unidades da federação onde ele se instalou, há muita dificuldade para combatê-lo”, afirmou o delegado.

Gorski informou ainda que a denúncia de que o filho do vereador de Goiânia Edson Automóveis foi torturado pela polícia está sendo investigada, assim como outros casos. Ele lembrou que a Polícia Científica não está mais subordinada á Polícia Civil, pois está ligada diretamente à Secretaria de Segurança Pública, o que descartaria qualquer possibilidade de interferência na instituição.

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