CPI da Segurança Pública
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga problemas relacionados à Segurança Pública no Estado de Goiás realiza na próxima terça-feira, 8 de outubro, no Auditório Solon Amaral, sua 20ª reunião de trabalho.
Na oportunidade serão realizadas duas oitivas nas quais vão ser ouvidos o presidente da Associação dos Servidores do Sistema Prisional de Goiás, Jorimar Antônio de Bastos Filho e o delegado Edson Carneiro Caetano, titular da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos . O primeiro depoimento está marcado para às 9 horas e o seguinte para às 10h30.
Na reunião, realizada na terça-feira, 1°, o vice-presidente, Luiz Carlos do Carmo, apresentou sugestão para que fossem reduzidas as oitivas previstas. A justificativa do parlamentar é que os problemas na Segurança Pública foram identificados com os depoimentos já realizados e será possível elaborar um relatório final com apenas mais algumas oitivas.
Em atendimento à solicitação, Helio de Sousa colocou em apreciação a autorização para que ele, no exercício da presidência, faça uma seleção das oitivas ainda previstas. Sua solicitação foi aprovada.
Instalada em 4 de junho na Assembleia Legislativa, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os problemas da Segurança Pública em Goiás caminha para reta final das oitivas e deve ser concluída dentro do prazo estabelecido de cinco meses, ou seja, no início de novembro.
O presidente da CPI, deputado Helio de Sousa (DEM), informou que existe a possibilidade de se antecipar o depoimento do juiz Jesseir Coelho, que está marcado para 29 de outubro.
Segundo Helio de Sousa, já existe o entendimento entre os membros da CPI que as questões que motivaram a investigação já foram identificados com a coleta de depoimento das principais autoridades da área de segurança. No caso, os secretários Joaquim Mesquita (Segurança Pública), Edemundo Dias (Justiça) e Henrique Arantes (Cidadania), além dos comandantes Sílvio Benedito (Polícia Militar), João Carlos Gorski (Polícia Civil) e do procurador-geral de Justiça, Lauro Machado.