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Representantes do SIMVE querem apoio de deputados para manutenção do serviço

05 de Fevereiro de 2014 às 18:21

O presidente Leandro Antônio Miranda Lima e outros cinco representantes da Associação dos Militares e Ex-militares Prestadores do Serviço de Interesse Militar Voluntário Estadual (ASIMVE), estiveram na tarde desta quarta-feira, 5, em busca de apoio dos deputados para a manutenção do Serviço de Interesse Militar Voluntário Estadual (SIMVE).

Leandro disse que o objetivo da visita à Assembleia é explicar e explicitar a legalidade do SIMVE, o qual vem sofrendo críticas e questionamentos sofre a ilegalidade do mesmo.

A necessidade a divulgação da legalidade dos serviços prestados, segundo ele, surgiu com a liminar que pedia a suspensão do trabalho dos 1.300 profissionais do SIMVE, expedida na terça feira, 04, pela juíza da 2ª vara da Fazenda Pública Estadual, Suelenita Soares Correia. No entanto, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Ney Teles de Paula, decidiu nesta quarta-feira, pela derrubada da liminar.

Sem discutir o mérito da ação civil pública que questiona a nomeação de 1,3 mil reservistas das Forças Armadas para atuarem como policiais militares temporários, o presidente do TJGO ponderou que "a retirada brusca deles das ruas poderia causar lesão à segurança pública".

O presidente da ASIMVE explicou que ao contrário do que tem se falado, os reservistas que estão no serviço possuem treinamento adequado, uma vez que passaram por formação das Forças Armadas, além de mais três meses na Academia da Policia Militar.

“Tenho oito anos de Forças Armadas, nós temos qualificação, não somos despreparados. Muitos de nós temos nível superior", destacou Rodrigo Rodrigues, vice-presidente da Associação.

Em relação à contratação dos voluntários, Rodrigo explicou que eles passaram por um processo seletivo semelhante ao dos concursos públicos, com prova objetiva e física.

Por sua vez, Leandro enfatizou que o SIMVE é uma resposta rápida e pratica do Estado de Goiás para aumentar a segurança pública. Ele explica que o serviço voluntário, onde se encaixa o SIMVE, está previsto na Lei de Serviço Militar n° 4.375 de 1964, e ainda coloca que é importante saber a diferença entre o serviço temporário e o serviço voluntário são completamente diferentes.

Todos os seis representantes afirmaram que possuem o apoio da população e que os comerciantes do quadrantes em que estão colocados se sentem mais protegidos com a presença deles no local.

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