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Deputado Marcos Martins aprova decisão do TJ sobre militares voluntários

06 de Fevereiro de 2014 às 10:22

Segundo divulgação na imprensa nesta quinta-feira, 6, o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), desembargador Ney Teles de Paula, suspendeu a liminar da juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual Goiânia, Suelenita Soares Correia (datada de 24 de janeiro), que determinava o desligamento imediato de todos os soldados do Serviço de Interesse Militar Voluntário Estadual (Simve) da Polícia Militar.

Sem entrar no mérito da ação civil pública que questionou a nomeação dos 1.300 reservistas das Forças Armadas, o desembargador disse que no momento esses soldados são necessários no policiamento, avaliando que a retirada brusca deles das ruas poderia prejudicar a segurança pública.

Ney Teles citou em sua decisão que segundo informações da Gerência de Análise de Informações da Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO) foi percebida considerável redução no número de ocorrências a partir da atuação dos soldados.

O deputado estadual e delegado da Polícia Civil Marcos Martins (PSDB) defende que o TJ teve bom senso, pois além do alto índice de desemprego a população está carente por segurança nas ruas. Marcos Martins destacou que a política estadual do Brasil que estipula nível de formação superior para ingresso nas carreiras da Polícia Militar criou uma situação que os Estados não conseguem arcar com os altos salários da classe.

“A necessidade da presença do militar nas ruas obriga o Estado a fazer esse laboratório”, disse o delegado, que, apesar de ser a favor da realização de concursos, avalia que a necessidade levou o o Governo a lançar mão do recurso da contratação temporária de voluntários.

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