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Deputados comentam invasão de policiais no Palácio Pedro Ludovico

19 de Fevereiro de 2014 às 17:16

Os deputados das Assembleia Legislativa comentaram, durante sessão plenária, sobre a invasão dos policiais civis no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, na tarde de terça-feira, 18. As entrevistas foram concedidas à Agência Assembleia de Notícias durante o Pequeno Expediente dessa quarta-feira,19.

O deputado Hélio de Sousa (DEM) lamentou a atitude exagerada dos policiais afirmando que uma coisa é reivindicar direitos e valorização e outra é invadir um palácio do Governo e causar tumulto e quebra-quebra. “O governador está correto de cobrar um pedido de desculpas dos membros da polícia civil, antes de retomarem as negociações”, declarou.

Marcos Martins (PSDB), responsável na Casa por negociar com a categoria, lembrou que realizou na manhã de ontem uma reunião com os representantes dos policiais explicando os termos do governo e os novos teores da negociação. Infelizmente, afirma o parlamentar, por não haver quórum na sessão da tarde de ontem, eles resolveram ir ao palácio, onde houve toda a confusão.

“Foi uma atitude totalmente irresponsável, infeliz e digo até amadora. Quantas greves e manifestações de diversas categorias nós vemos e que não resultam em destruição de patrimônio público e confusão. Pegou mal para a categoria e pode resultar num retrocesso das negociações”, enfatizou Marcos Martins.

O deputado lembrou ainda que o Governo de Goiás não vai atender nenhuma reivindicação de categorias que ocorram com violência em suas manifestações e que o governador Marconi Perillo (PSDB) está correto ao cobrar um pedido de desculpas. “O executivo vai sim continuar com as negociações, mas apenas depois do pedido formal e público de desculpas da categorias. De qualquer forma, na minha opinião, houve um retrocesso na mesma”, concluiu.

O deputado Major Araújo (PRP) afirmou também que é contra o uso de violência em qualquer tipo de manifestação, mas que entende a exaltação dos policiais civis. “Já são mais de nove meses, onde a categoria cobra valorização, respeito e atenção do Governo e não recebe nada em troca. Isso demostra para o senhor Governador que os servidores públicos do Estado chegaram ao limite de sua paciência”, reforçou o parlamentar.

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