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Deputados defendem valorização do médico pediatra

28 de Maio de 2014 às 12:02

A falta de médicos pediatras que penaliza os usuários do serviço público de saúde em Goiânia, como mostrado na imprensa nesta quarta-feira, 28, não é exclusividade da capital goiana. O problema é geral no País, reflexo de falhas no gerenciamento por parte do Governo Federal no Sistema Único de Saúde (SUS) e na fiscalização dos planos de saúde.

Os deputados Helio de Sousa (DEM), médico clínico geral, Lincoln Tejota (PSD), presidente da Comissão de Saúde e Promoção Social,  e Carlos Antonio, presidente da Comissão da Criança e Adolescente da Assembleia Legislativa de Goiás, comentam o assunto. Ao defender a valorização dos médicos pediatras eles aplaudiram uma iniciativa da Câmara Federal em debater a questão, nessa terça-feira, 27, na Comissão de Seguridade Social e Família.

Helio de Sousa entende que o ideal seria a distribuição igualitária de pediatras em todas as regiões do País. “Mas, como isso ainda não está ao alcance do Governo Federal, segundo a coordenadora adjunta do Ministério da Saúde, Tatiana Coimbra, acredito que é bem-vinda a iniciativa de capacitar médicos para que possam atuar nesta área, até porque existem médicos de família que atendem muito bem a criança.”

Tejota parabenizou o deputado Antonio Brito (PTB-BA) pela realização da audiência pública que debateu a questão. “Um debate oportuno, porque entendo que não apenas o pediatra, mas o médico de modo geral precisa ser valorizado e não apenas pelo Governo Federal, mas em todas as esferas do poder público. Espero que a Agência Nacional de Saúde (ANS) fiscalize os planos de saúde, para que possam efetivamente garantir o atendimento ao beneficiário.”

Carlos Antonio vê como uma necessidade urgente melhorar a remuneração e valorização do médico pediatra: “Valorizando o pediatra, se diminui o custo no futuro, porque a criança poderá deixar de adoecer com um bom tratamento pediátrico”.

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