Ícone alego digital Ícone alego digital

Major Araújo cobra providências na área de Segurança Pública

25 de Junho de 2014 às 16:07

Durante discussão de matéria na Ordem do Dia, o deputado Major Araújo (PRP) manifestou apoio a representantes do Fisco Estadual, que se encontram na galeria do Plenário acompanhando votação de projeto de interesse da categoria.

Major Araújo comenta também sobre os índices de violência no Estado, que, em sua opinião, estão atingindo índices recordes. “Nós somos o quarto Estado mais violento do País. Só numa semana, dois cabos da Polícia Militar da ativa morreram assassinados”, disse. Ele citou matéria publicada em jornal da cidade, que informa o assassinato de outras 22 pessoas nos últimos dias, e a morte de uma pessoa a cada três horas em Goiânia.

Para o deputado, o que tem levado a essa “epidemia” de violência nas ruas foram decisões equivocadas do Governo, como retirar a Rotam das ruas. “Devido ao clamor popular, os policiais desta divisão voltaram para as ruas, mas ainda se encontram amarrados”, disse. Segundo ele, os 1.180 alunos que entraram recentemente na academia da PM tiveram de utilizar as armas dos policiais antigos para treinamento. “Entraram só para tapar buraco”, salientou.

Ele disse que no município de Campos Belos, onde visitou a unidade local da Polícia Militar, pôde constatar que foi construído um prédio do IML (Instituto Médico Legal). “Mas não foi o Estado quem construiu. Foi a própria sociedade que ergueu a obra, depois que o corpo de um cidadão ficou 17 dias exposto aguardando autópsia”, relatou. 

As doações para campanhas eleitorais também foram tema do discurso. Segundo Major Araújo, empresas privadas que doaram de um a dois milhões de reais para a campanha do atual Governador mantém contratos com o Estado até 40 vezes maior, conforme reportagem publicada na imprensa local.

Compartilhar

Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse nossa política de privacidade. Se você concorda, clique em ESTOU CIENTE.