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Terça Cultural

27 de Agosto de 2014 às 10:05
Crédito: Carlos Costa
Terça Cultural
Abertura da exposição do artista plástico Alexandre Gontijo.
Projeto inaugurou nesta terça-feira, 26, a primeira individual do artista plástico Alexandre Gontijo, aluno da Escola de Artes Visuais.

Alexandre Gontijo, de 42 anos, aluno da Escola de Artes Visuais (EAV), unidade da Secretaria de Cultura de Goiânia (Secult), abriu a sua exposição às 14 horas de terça-feira, 26, no saguão da Assembleia Legislativa. O artista está expondo o seu trabalho no programa Terça Cultural, promovido pelo Centro de Cultura e Intercâmbio (CCI) da Casa.

Odontólogo, Alexandre tem também formação musical em violoncelo e há três anos vem frequentando as aulas, aprimorando a cada dia as técnicas de desenho e pintura. Ele já mostrou seus trabalhos em mostras coletivas e em salões regionais.

O artista iniciante tem preferência por temática com paisagem urbana, mas na sua primeira mostra individual escolheu temas mais intimistas.

Ao falar do trabalho que está sendo exposto, Alexandre disse que os recortes retratados nas pinturas são cenas de ambientes, em que procura representar elementos do cotidiano. Ele enfatiza que a composição de suas obras foi feita por meio de linhas e planos para chegar aos cortes de maneira legítima aos olhos do público, na pretensão de transmitir, sobretudo, harmonia visual.

Alexandre Gontijo é aluno do artista plástico Alexandre Liah, coordenador da EAV. Para Liah, a exposição do trabalho de seus alunos em um espaço como o da Assembleia é de extrema importância para que eles possam ter um feedback do público sobre as suas obras e, com isso, aprimorá-las a cada dia.

O professor enfatiza ainda que a exposição de Alexandre Gontijo é a primeira iniciativa da Escola em expor um trabalho individual de um aluno.

Edmar Carneiro, diretor do Centro Cultural Gustav Ritter (unidade da Secult) também salienta a importância de expor o trabalho dos alunos em um local como a Assembleia Legislativa. Edmar ressalta que o público que frequenta a Casa é bem diversificado, de diferentes classes sociais e interesses culturais, o que propicia uma “recepção diversificada e enriquecedora para o artista”.

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