Palestra sobre drogas
O presidente da Comissão da Criança e Adolescente (CCA), deputado Carlos Antonio (Solidariedade), proferiu palestra no Auditório da Câmara Municipal de Edéia, a partir das 20h30 desta terça-feira,18.
Com o tema “Riscos e impactos associados à legalização da maconha”, o evento contou com a presença de autoridades locais, e do município vizinho de Indiara. O evento é uma promoção da Prefeitura de Edeia, em parceria com o Conselho Tutelar local.
A solenidade, que faz parte da programação da 2ª Semana de Prevenção às Drogas no município, foi abrilhantada por apresentação musical dos alunos do projeto Aetv (Associação Edeense Transformando Vidas), que atua na prevenção e combate ao uso de drogas, por meio do ensino musical, incentivo aos estudos e promoção de programas esportivos, dirigidos a jovens de 10 aos 16 anos de idade. Alunos do Pet de Indiara também apresentaram um rap, na mesma ocasião.
Estiveram presentes os conselheiros tutelares de Edéia: Sanderson Ferreira da Rocha, Paulo Divino, Divino Pereira e Sonia faria; também compareceram representantes do conselho tutelar de Vicentinópolis.
Antes da abertura do evento, o parlamentar celebrou o Dia do Conselheiro Tutelar, comemorado no dia 18 de novembro, e refletiu sobre o papel desempenhado pelos conselheiros tutelares no combate às drogas.
Carlos Antonio também promoveu e mediou um debate entre dois alunos, um favorável e outro contrário à legalização da maconha.
Prevenção
O deputado lembrou que a legislação que proíbe o comércio e uso da maconha, no Brasil, é datada de 1920. “Hoje,em 2014, discute-se a legalização da droga no País; certamente, em algum momento da vida, vocês já pararam para pensar qual vai ser o reflexo disso na sociedade”, afirmou, dirigindo-se aos alunos.
Na opinião de Carlos Antonio, e da maior parte dos estudantes presentes, a legalização da maconha não implicaria na redução da violência decorrente do tráfico de drogas ilícitas, e seria um ato absolutamente condenável.
O parlamentar também atribui o crescente uso de drogas ilícitas, em parte, aos constantes ataques aos valores familiares empreendidos pela grande mídia, e por programas ditos “progressistas”. “A legalização demonstra que caminhamos para a aniquilação da família brasileira: antigamente, as pessoas tinham vergonha de usar drogas porque a própria sociedade era contrária ao seu uso; hoje, as drogas são usadas em qualquer lugar, porque hoje a sociedade abriu mão de determinados valores”.
Carlos Antonio também apontou que grande parte dos casos de assassinatos e de violência registrados no País estão diretamente relacionados ao tráfico e consumo de drogas ilícitas – incluindo a maconha. “A maconha como uma droga prejudicial, que serve como porta de entrada para o consumo de entorpecentes mais pesados”, concluiu.