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Deputados goianos repudiam volta do imposto sobre combustível

26 de Novembro de 2014 às 11:11

A imprensa nacional noticiou nesta quarta-feira, 26, que no pacote de medidas e ações do Governo Federal com o objetivo de reequilibrar as contas públicas está a volta do chamado imposto da gasolina, a Cide. Esse tributo foi extinto no ano de 2012 e as taxas que oneravam os combustíveis eram de 28 centavos por litro de gasolina e 7 centavos por litro de diesel.

Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor da Assembleia Legislativa, o deputado Henrique Arantes (PTB) critica a medida. Segundo ele, tributar o combustível, um produto já caro, trará problemas para a população. “O preço do combustível no Brasil é muito alto. Países não produtores de combustíveis praticam os mesmos preços do Brasil.”

Arantes afirma que é mais fácil planejar um remanejamento de verbas, já existentes, para reequilibrar as contas federais do que impor novos tributos. “É mais fácil remanejar orçamentos de tributos já existentes e fundos que estão parados do que tributar mais o combustível, que não é algo barato.”

O deputado Bruno Peixoto (PMDB), membro titular da Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento, também se posiciona contrariamente ao encargo. “Sou contra qualquer aumento de imposto ou taxa que venha a onerar a população. Esse imposto (Cide) não traz benefício algum para a sociedade.”

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