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Manoel de Oliveira diz que quer contribuir com o novo mandato de Marconi

01 de Janeiro de 2015 às 10:53

O deputado estadual eleito Manoel de Oliveira (PSDB) disse, em entrevista a Agência Assembleia de Notícias, que está convicto de que o governador Marconi Perillo (PSDB) vai bater o próprio recorde administrativo e político dele no exercício do quarto mandato de Governador de Goiás. “De minha parte, estou disposto a contribuir da melhor maneira possível para o sucesso desse quarto mandato do governador Marconi”, ressaltou.

Manoel de Oliveira adiantou que vai defender importantes bandeiras na qualidade de deputado estadual. “Vou trabalhar com determinação com vistas ao fim da impunidade, mas também estarei atento para outras questões às quais estou relacionado, como o esporte e a imprensa. Vou batalhar, principalmente, por recursos para o esporte especializado”, salientou.

O mais votado para essa 18ª Legislatura, que se inicia em 1º de fevereiro, com 62.655 votos, Manoel de Oliveira disse que pretende disputar a primeira vice-presidência da Assembleia Legislativa. “Mas o certo é que estarei aproveitando a experiência adquirida no mandato que exerci, na coligação de apoio ao saudoso Henrique Santillo, para contribuir efetivamente com Marconi Perillo na determinação dele de fazer um governo melhor do que os que fez nos mandatos anteriores”.

Mais conhecido como cronista esportivo que por empresário, Mané (como é chamado) de Oliveira afirma que teve muitos votos por sua atuação na imprensa esportiva, por isso confirmou que vai trabalhar pelo desenvolvimento do esporte em Goiás e em defesa da imprensa, mas esse não será o foco de sua legislatura. “Estou certo de que a votação tão expressiva que obtive foi para representar a indignação do povo diante da sensação de insegurança crescente em Goiás e no Brasil”.

O assassinato de seu filho Valério Luiz, também cronista esportivo, em 5 de julho de 2012, comoveu o estado e deflagrou uma campanha de Mané de Oliveira e de seu neto, Valério Luiz Silva, pela punição dos responsáveis. O processo judicial ainda não teve um desfecho e um dos denunciados por envolvimento no crime, Marcus Vinícius Pereira Xavier, foi detido em Portugal. Em agosto de 2014, a Justiça decidiu que ele e outros quatro suspeitos, Ademá Figueiredo Aguiar Filho, Maurício Borges Sampaio, Djalma Gomes da Silva, Urbano de Carvalho Malta, vão a júri popular.

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