Pauta em 2015
O presidente Helio de Sousa (DEM) prevê um ano de muito trabalho para o Legislativo goiano no ano que se inicia, com a realização de debates e a votação de matérias de interesse dos goianos. Na pauta, já está previsto a apreciação de pelo menos uma matéria polêmica, o Código de Ética da Casa.
O deputado adianta ainda que, em 2015, a bandeira da transparência continuará sendo defendida. “O legislativo goiano historicamente tem participado das principais decisões do Estado. Isso faz com que os deputados tenham suas responsabilidades, que vem ao encontro daquilo que a população cobra”, resume.
De acordo com o deputado, os cidadãos esperam que os parlamentares desenvolvam um trabalho em torno de leis que possam trazer melhorias para todos.
Mas, segundo ele, há outro ponto relevante relacionado ao funcionamento do Parlamento, que é a questão da transparência. “O cidadão tem o direito de saber sobre o dia a dia dos deputados, dos servidores e tudo aquilo que acontece dentro da Assembleia Legislativa”, salienta.
Helio de Sousa explica que a Casa funciona com total transparência na atualidade. “Não temos nada para esconder de ninguém. Muito pelo contrário, acho que nós precisamos é melhorar nossa comunicação com a sociedade, mostrar a importância da população para o parlamento goiano e trazê-la para dentro da Assembleia."
O presidente da Casa lembra que a Assembleia é o lugar do povo e que o Parlamento é o único poder onde, desde a entrada no prédio, o cidadão já se sente em casa. "Ele nota que tem uma receptividade, que tem espaço para caminhar. Onde tiver uma reunião de deputados ou liderança ele terá a oportunidade de ver que estarão sendo debatidos assuntos importantes de interesse do povo goiano.”
Quanto à votação do Código de Ética da Casa, de autoria do deputado Humberto Aidar (PT), Helio de Sousa esclarece que, ao contrário do que muitos pensam, inclusive alguns deputados, o projeto tem finalidade de proteger o mandato do deputado.
“Quando, por qualquer motivo, um deputado for denunciado, for citado, ele terá um local para se defender. Então eu acho que é fundamental que o Código seja implantado. É uma matéria polêmica, portanto cabe ao colegiado dos 41 deputados, pela sua maioria, decidir se há ou não uma vontade do parlamento goiano de ter o seu Código”, explica.
O presidente pretende trabalhar pela motivação dos servidores e dos deputados para que em 2015 haja sempre quórum suficiente para a votação das matérias. “Independente de exigir ou não um quórum qualificado, é preciso que, em todas as sessões ordinárias, possamos ter votação e permitir que a Assembleia tenha a agilidade que necessita”, afirma.